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Conheça grupo brasileiro de k-pop: Champs!
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Marina Tonelli
Do UOL, São Paulo

Com 50 anos no Brasil, a comunidade sul-coreana tem conquistado nos últimos anos cada vez mais espaço na cultura pop brasileira. Não se trata das tradições milenares do país, mas de um fenômeno dos adolescentes, o K-Pop.

O gênero musical, difundido a partir dos anos 90, mistura R&B, hip-hop e pop bubblegum, com videoclipes marcantes recheados de coreografias, cabelos chamativos e canções chiclete. Antes restrito aos entusiastas da cultura oriental, o K-Pop tem crescido cada vez mais entre o grande público brasileiro.

Quem não se lembra do estouro mundial de Psy? Gangnam Style atingiu marcas estratosféricas no Youtube e todos conheciam de cor a dancinha viral que contagiou o mundo. Foi exatamente neste estouro que o pop coreano ganhou força. E aproveitando o embalo, o Brasil já gerou seu representante oficial: o grupo Champs.

Os garotos, que são de diversas partes do país, foram escolhidos através de testes promovidos pela JS Entertainmet e passaram uma temporada na Coréia para treinarem canto, dança e outros aprimoramentos no rígido estilo oriental. Ki Seok-choi, o coreógrafo do grupo, é nada mais nada menos que o criador dos irreverentes passinhos de Psy.

Aliás, quem pensa que os grupos de k-pop são apenas boybands/girlbands comuns, ficará surpreso em conhecer o treinamento exaustivo pelo qual os integrantes passam antes de poderem se apresentar ao público. Alguns grupos passam até sete anos como trainees até estarem suficientemente prontos e muitos deles acabam desistindo.

Confira na Rádio UOL o primeiro single do Champs, “Dynamite”

Mas o diferencial do quinteto brasileiro de k-pop em relação aos grupos coreanos é o fato de cantarem em português com refrãos em inglês, gerando um novo subgênero chamado B-pop que é o equivalente ao K-pop. Algo que inicialmente causou estranheza para os fãs do gênero, acostumados com a presença do idioma coreano.

“Fiquei surpreso com o fato de só ter um asiático no grupo, achei que seriam todos! Mas gostei das coreografias e é um grupo que tem sido muito prestativo com os fãs brasileiros”, conta Dylan Daichi um dos membros ativos dos inúmeros fãs clubes dedicados ao K-pop.

Com apenas um single, Dynamite, que conta com mais de 260 mil visualizações no Youtube e uma série produzida pela JS Entertainmet sobre o treinamento do grupo, o quinteto já conquistou espaço no cenário k-popper.

O quinteto tem feito várias aparições televisivas e participará em breve de um grande evento que reúne os adoradores da cultura oriental, o “Animextreme”.

Com tão pouco tempo de carreira o grupo já é conhecidos até mesmo na Coréia, por causa da internet. Com vídeos na rede em que ensinam suas coreografias, o grupo tem conquistado muitos fãs, que decoram com exatidão os passos.

Especialista no assunto, Daichi aposta no sucesso do Champs. “Acho que ainda têm muita coisa para vir por aí para eles”.

 


Exclusivo: clipe de Grego Dario mostra paixão na terceira idade
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O cantor e compositor paulista Grego Dario está fazendo o lançamento exclusivo do clipe de “Nas Nuvens” na Rádio UOL, e contou em entrevista como foi o processo de concepção e criação do novo trabalho.

Tudo começou com a necessidade que ele tinha de fazer um clipe para divulgar o disco “Então Vc Aposta?”, então começaram as pesquisas para as filmagens. “A dúvida que pintou foi quanto à parte do roteiro”, falou ao UOL. “Fiquei meio inseguro quanto a isso. O diretor perguntou se eu não queria escrever, e eu fiz um super roteiro”, lembra.

“Ele fala da retomada de um sonho. Esse sonho foi perdido por um momento conturbado. E a retomada é camuflada por uma história de amor”, explica ele. “Chamamos um casal de senhores porque acho super bacana a paixão na terceira idade, e de certa forma, isso mostra a virilidade na terceira idade”, teoriza o músico.

No entanto, o orçamento para um clipe com cerca de trinta atores seria estratosférico, então Grego Dario fez uma readaptação para contar a história de forma mais enxuta, e o resultado final o deixou bastante satisfeito. “Foi muito divertido, muito gostoso de fazer, e é uma experiência significativa, porque nunca trabalhei com atores”, afirma.

Para ele, o objetivo do clipe é fazer com que as pessoas se interessem pelo álbum. “Eu busco fazer com que as pessoas ouçam o disco como um todo, é a melhor forma de conhecer o trabalho de um artista”, acredita.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O DISCO DE GREGO DARIO NA RÁDIO UOL

“Todas as letras que eu escrevo são fictícias, mas me inspiro na minha própria vivência”, conta o compositor. Ele adotou um visual mais retrô em seus trabalhos por gostar desse tipo de estética. “Sou um apaixonado de carteirinha por coisas antigas. Elas têm uma pureza por si só”, conta ele, que utilizou áudios de 1948 como referência.

Grego Dario afirma que mexer com clipes é como uma folga para ele. “Essa parte cinematográfica e de design é como um descanso do meu trabalho de fazer música. É uma forma que eu encontrei para descansar sendo produtivo”, acrescenta.

 


Wilson Dias enche os olhos d’água quando canta as belezas do sertão de MG
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Crédito: Marcelino Lima

Wilson Dias é mineiro de Olhos d'Água e já gravou seis discos, entre os quais “Lume'', com participações de Dea Trancoso e Ná Ozetti. Crédito: Marcelino Lima

Marcelino Lima
Colaboração para o UOL

O violeiro e compositor Wilson Dias, aniversariante de setembro, reforça uma característica que historicamente se verifica em Minas Gerais: o de ser um estado fértil e terra inesgotável da qual já brotaram nomes consagrados em vários setores da arte e da cultura.

Natural de Olhos d'Água, cidade que por si só já evoca poesia, Wilson Dias comprova uma bendita condição das Alterosas de revelar à nação gente que pode ser muito boa quando faz música, literatura, pintura, escultura e jogando bola; trem bão pelo qual o mundo inteiro acaba agradecido, uai, e pelo qual viajam o país Drummonds e Cacasos como expressa a joia “Ó, Minas Gerais”, de Sérvulo Augusto e Edvaldo Santana, canção que Augusto gravou em “Coletivo” com a participação de Jane Duboc; “minas de ouro, minas de rimas, de tantos tesouros”, Tostões e Tavinhos que parecem florescer em cada clube ou esquina; Rosas e Brants que são patrimônios culturais como o pão de queijo, a broa de milho ou as estátuas de Aleijadinho; santuários de pretos em ruas de pé de moleque, montanhas douradas de verde ou veredas que conduzem a sertões e jequitinhonhas; berços de folias ancestrais, batuques e congadas e das várias manifestações e ritmos que a obra de Wilson Dias acolhe e preserva.

Wilson Dias já gravou seis álbuns é dotado de rara técnica na lida com o instrumento. As composições que no início flertaram com a MPB, incluindo gravações de sambas, hoje transitam entre o caipira e o moderno e são tocadas e cantadas com sensibilidade e total entrega, um misto de devoção e de gratidão. As músicas, principalmente as instrumentais, em vários momentos, soam como peças de composição clássica de rara beleza.

Este talento pode ser conferido pelos dois vídeos que acompanham este texto. Em ambos há informações e depoimentos sobre a carreira, as dificuldades do começo da vida pessoal de Wilson Dias em uma cidade do Vale do Jequitinhonha onde faltava, na infância, água e luz elétrica, era preciso caminhar 16 quilômetros para ir à escola, por exemplo.

As narrações apresentam, ainda, o envolvimento de Wilson Dias, desde pequeno, com a preservação da natureza e a divulgação da cultura do norte mineiro motivado pelo ambiente familiar no qual a música e elementos da religiosidade, os costumes e o comportamento típicos de um sertanejo que luta com tenacidade pela sobrevivência e sua afirmação no mundo sempre regavam as descobertas e apontavam os caminhos que o menino, mais tarde, viria a seguir.  

O primeiro vídeo, produzido pelo SESC para o programa “Passagem de Som, mostra Wilson Dias em três ocasiões — nas quais em duas está em companhia do amigo e também violeiro Levi Ramiro. Wilson e Levi aparecem relembrando histórias pessoais e pitorescas no apartamento localizado em São Paulo do cardiologista e igualmente violeiro Júlio Santin. Os três revelam curiosidades como a alegria de ver chegar à casa da avó o primeiro lampião a gás (“que iluminava mais do que a lamparina”), os primórdios da música caipira em São Paulo (cuja origem se localiza no triângulo formado por Botucatu, Piracicaba e Sorocaba, cidades nas quais se encontram os primeiros registros fonográficos deste gênero em todo o Estado) e a inspiração para seguir a mesma trilha do pai, esteio e ídolo para o qual Wilson Dias afinava a viola utilizada em cantorias durante as quais também tinha a oportunidade de ver a mãe cantar, acompanhando o marido festeiro.

Apresentação no Teatro Anchieta do SESC Consolação, em agosto de 2013. Crédito: Marcelino Lima

Apresentação no Teatro Anchieta do SESC Consolação, em agosto de 2013. Crédito: Marcelino Lima

Um outro trecho, ainda do primeiro vídeo, traz imagens do bate-papo e do ensaio de Wilson Dias e dos músicos que o acompanhavam, cujas imagens foram captadas horas antes da apresentação deles no projeto “Instrumental SESC Brasil'', coordenado por Patrícia Palumbo, no palco do Teatro Anchieta, do SESC Consolação (SP). A gravação na integra daquela edição do SESC Instrumental realizada em 12 de agosto de 2013 é o que se poderá curtir assistindo ao segundo vídeo, durante cuja exibição valerá a pena prestar bastante atenção à narração de Patrícia.

“Neste show relembro cada momento que eu vivi na roça, cada música é uma fotografia da minha vida”, informou Wilson Dias ao público presente.

Este blogueiro estava na plateia naquela fria noite em que após sofrer as agruras de andar de trem e de metrô em pleno horário de rush noturno, e entrar no Teatro atrasado, com a apresentação já rolando, teve a grata oportunidade de conhecer pessoalmente Wilson Dias, Augusto Cordeiro (violão), Gladson Braga (percussão), André Siqueira (flauta e violão), e Pedro Gomes (baixo). Depois viramos amigos, o que é uma satisfação, pois além de talentoso com a viola caipira nas mãos, Wilson Dias é descontraído e, como todo mineiro, tem aquele jeito brejeiro, desencanado, doce e simpático, além de ser exímio contador de causos, para não fugir à regra.

Algumas das músicas do disco “Mucuta”* tocadas no Teatro Anchieta são verdadeiros concertos, revelam todo o apuro e excelência de Wilson Dias e do seu time que tem a esposa Nilce Gomes sempre atenta e dedicada nos bastidores e no qual a participação do professor da Universidade de Londrina (PR), arranjador e multi-instrumentista André Siqueira, também merece destaque. Siqueira é produtor de vários discos do mineiro, entre os quais “Lume”,lançado em novembro do ano passado, com participações de Déa Trancoso, Ná Ozetti e do poeta e jornalista João Evangelista Rodrigues, compositor que assina várias belezuras do Wilson Dias e de outros bambas como Pereira da Viola.

 *Mucuta é o nome pelo qual se chama em bandas generosas das Minas o embornal, a marmita dos paulistas.

Marcelino Lima é jornalista e escreve no blog Barulho de Água Música sobre música caipira, de raiz, tradicional, regional e outros gêneros.


Pioneiro da música eletrônica Loop B convida fãs da Rádio UOL para show
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Artista inovador, criativo e pioneiro na área da música eletrônica, Loop B comemora os 60 anos de vida com um belo show, em que une o som eletrônico à percussão em sucata.

Essa é uma ótima oportunidade para ver de perto uma lenda da música. O show será no domingo, dia 21 de setembro, às 18h, no SESC Belenzinho.

Serviço: Loop B 6.0
Quando: 21 de setembro, 18h
Onde: SESC Belenzinho
Quanto: de R$4 a R$20

 


Confira o remix funk de “Anaconda”, da Nicki Minaj, pelo DJ Boss In Drama
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foto boss in drama

O DJ Boss In Drama está bombando na internet com um remix do novo hit “Anaconda'', da Nicki Minaj, com uma pegada de funk carioca. “Tenho essa identidade brasileira, então tento passar isso para colocar a minha cara no remix'', contou o músico ao UOL. Confira o som:

Boss In Drama disse que apenas devolveu o presente que recebemos dos americanos. “A original da Nicki Minaj tem um estilo miami bass, e é daí que veio o funk'', explica ele, que também já mesclou a faixa “Problem'', de Ariana Grande a um antigo sucesso da cantora Gretchen. “É para brincar com o preconceito das pessoas'', afirma. “Se fosse um funk, iriam torcer o nariz, mas como é uma estrela pop cantando, elas curtem''.

Esses remixes não vão parar por aí, e ele promete mais para os próximos meses. “Já tenho dois ou três na manga'', revela o DJ, que também já usou músicas antigas de cantoras como Elis Regina, Rita Lee e Maria Bethânia em alguns de seus trabalhos. “É um desafio. “Alô Alô Marciano'' é uma música super anti pista, e eu fiz as pessoas dançarem'', conta ele, que discoteca pelo país afora.

Boss In Drama confidenciou que ouve mais música antiga do que nova, e também curte rock, jazz e instrumentais. “Gosto de música boa, sem preconceitos. Não existe limite de estilo, existe música boa e ruim. Gosto de ouvir de tudo: música brasileira, eletrônica, acompanho o que as divas do pop estão fazendo'', disse. “O passado me ajuda a ter uma visão diferente de quem só ouve o que toca agora, essa é a minha vantagem'', conclui.


É possível sim se tornar um músico profissional. Descubra como!
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Todo moleque que toca um instrumento pensa em algum momento ou outro em fazer da música sua profissão. A maioria é dissuadida por seus pais, sob pretextos de “segurança financeira” ou “uma carreira de verdade”. Num primeiro momento, eu fui um desses. Mas depois de me formar em Economia e trabalhar em um banco por 3 anos, já com 25 anos de idade, decidi mudar totalmente de rumo e ir a Boston estudar música na Berklee College of Music.

Foi, sem dúvida, uma das melhores decisões que já tomei na vida. Hoje, 8 anos depois, após me formar com honras em Guitar Performance, Film Scoring e Music Business e viver por três anos em Nova Iorque como guitarrista freelancer, produtor de discos, diretor musical de festivais e professor de guitarra voltei ao Brasil empolgado, e com a missão de fazer com que esse sonho seja possível para todos que ousarem sonhar alto.

foto alvaro

Lembrei que desde que procurei saber mais sobre a Berklee lá atrás quando saí do colégio, já tinha achado bastante difícil entender bem a magnitude do que eles oferecem e fui descobrir que hoje não está muito diferente. Tudo parece tão distante, e muitas vezes as pessoas ficam com a impressão de que a Berklee é uma escola só para ‘instrumentistas’ e só para quem quer tocar jazz. A verdade é que ela é muito mais do que isso! Então em uma conversa com o presidente da faculdade, Roger Brown, percebi que eles compartilhavam dessa minha visão, e estavam dispostos a mudar isso.

Demos início a um plano para aumentar a presença da Berklee no Brasil, e vice-versa. Estruturei um Workshop onde falo de toda a minha experiência e tento desmistificar o que é a Berklee, o que é esperado de um músico que pretende cursá-la, como se preparar, e talvez o mais importante: quais as possibilidades reais de bolsa de estudos, uma vez que estudar nos EUA não é algo barato, seja em que faculdade for.

 

Além disso, me juntarei a Javier Parra, diretor de Admissions da Berklee para a América Latina, em uma viagem para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador, na qual vamos visitar escolas locais, conhecer os músicos locais que têm interesse na Berklee, e realizar juntos Info Sessions sobre a faculdade em cada cidade. E isso é só o começo. Nosso país é dono de uma das maiores riquezas musicais do planeta, e isso é algo que ainda passa desapercebido lá fora, por incrível que pareça.

Eu realmente acredito que ambos lados podem se beneficiar enormemente dessa aproximação, os músicos brasileiros ganhando uma educação musical da melhor qualidade e a Berklee aumentando sua internacionalidade e diversidade cultural. A parte mais linda é que o conhecimento é a única coisa que a gente dá pros outros sem perder o nosso… todo mundo sai ganhando!

Workshop
Onde: Companhia das Cordas – Alto de Pinheiros, São Paulo
Quando: Qiarta-feira, 10 de Setembro, 21hs
Custo: GRATUÍTO

Info Sessions
Onde: Rio de Janeiro
Quando: Terça-feira, 23 de Setembro, 18hs
Custo: GRATUÍTO

Onde: Belo Horizonte
Quando: Quarta-feira, 24 de Setembro, 18hs
Custo: GRATUÍTO

Onde: Porto Alegre
Quando: Quinta-feira, 25 de Setembro, 18hs
Custo: GRATUÍTO

Onde: Salvador
Quando: Sexta-feira, 26 de Setembro, 18hs
Custo: GRATUÍTO


De mesmo produtor de Rihanna, Fhabi Hanna é nova promessa do pop brasileiro
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Crédito: Divulgação

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Inspirada em grandes nomes do pop como Justin Timberlake e Beyoncé, a cantora Fhabi Hanna está lançando seu álbum de estreia homônimo, e você confere aqui uma pitada do som dela!

Hanna conheceu o produtor Manny Marroquin, que já trabalhou com Rihanna, Justin Bieber, Linkin Park, Alicia Keys, entre outros grandes nomes do pop. “Nos conhecemos em uma festa em Hollywood e eu fiz uma brincadeira. Ele falou que queria aprender português, então eu disse que daria um dicionário se ele trabalhasse no meu disco'', brinca a cantora.

Tudo começou com descontração, mas Manny acabou gostando das músicas dela e adotou a causa. Fhabi Hanna foi a primeira cantora brasileira a trabalhar com o produtor, que mixou as faixas e participou de todo o processo de produção. “Ele deu um padrão ao meu disco que eu não sei se conseguiria alcançar sem ele'', comemora. Ela se lembra que o trabalho foi gravado no mesmo estúdio em que Justin Timberlake registrou seu último disco.

Agora Hanna pretende invadir o mercado fonográfico brasileiro. “Meu foco é o Brasil. Quero trazer uma coisa nova'', afirma ela, que mistura o pop americano ao jeito de cantar em português. “De cantoras nacionais, me inspiro na Elis Regina e na Maysa, apesar de não ser o mesmo estilo, mas pela energia que elas passam'', conta a artista.

“Desde pequena, eu já sabia que Hollywood seria a minha vida. Para fazer essa mistura do som americano cantado em português, levei tempo, estudo, dedicação e precisei encontrar as pessoas certas no meu caminho'', explica Fhabi Hanna, que já compôs mais de 100 canções. Resta saber onde essa nova promessa do pop chegará.


Confira o clipe exclusivo da banda Aliados com Di Ferrero
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Entre as bandas que vêm despontando no cenário musical brasileiro, os Aliados são um dos principais nomes do momento, e estão lançando seu novo trabalho com exclusividade no UOL.

“O clipe de “Pra ser Feliz” mostra os momentos que marcaram a criação e a mensagem da música que fala por si só'', explica Gustavo Fildzz. A canção foi gravada em parceria com Di Ferrero, astro do NXZero.

“Estamos muito empolgados com o lançamento desse clipe pois valoriza muito a parceria com o Di e a interpretação musical da banda'', conta o vocalista e compositor do Aliados. “Esperamos que os fãs tanto do Aliados, quanto da NXZero, gostem do resultado”.

E vocês, gostaram do resultado?


Curta o dia do sexo ao som das playlists sugestivas da Rádio UOL
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Crédito: Getty Images

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O dia 6 de setembro é o dia do sexo! Não importa se você está bem acompanhado, mal acompanhado ou sozinho, o importante é aproveitar esse dia de algum jeito ao som das playlists com temáticas sugestivas que a Rádio UOL oferece.

Para quem está bem na fita, temos uma seleção feita especialmente pela colunista da revista VIP, vocalista da banda Brollies & Apples, filósofa e escritora Carol Teixeira para os momentos de intimidade. Clique aqui e ouça!

Mas vamos com calma! Antes de mais nada, vamos às preliminares! A playlist “Strip Tease'' destaca os melhores sons para provocar seu parceiro ou parceira na hora de se despir.

Para os casais mais românticos, a Rádio UOL também traz uma seleção com grandes canções de todos os tempos para ouvir a dois.

Se você está solitário, também vai entrar na brincadeira! As playlists perfeitas para você são essas: “Musas Inspiradoras“, para você pensar em alguém, e “Vida de Solteiro“, para curtir a vida sozinho!

Para os que não estão muito bem acompanhados, a playlist “Infidelidade'' vai fazer você entender melhor o que pode estar acontecendo. Agora, se a situação não tiver jeito mesmo… temos a seleção “Para Ouvir na Fossa“.

Feliz dia do sexo!


“É uma alegria ser respeitado pela música, não por quantos discos você vende”, diz Zé Ricardo
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Crédito: Emerson Cursino e Camyla Terra

Crédito: Emerson Cursino e Camyla Terra

André Cáceres
Do UOL, em São Paulo

Prestes a lançar o novo disco “7 Vidas”, gravado em Los Angeles, nos Estados Unidos, Zé Ricardo faz jus ao nome do álbum e vive uma vida múltipla. “Eu sou muito inquieto em relação à música, gosto de abrir as portas que a música pode abrir. Não tenho esse comodismo de ficar fazendo uma coisa só”, disse ao UOL.

“Literalmente você vive mais de uma vida, você tem que estar trocando o chip toda hora pras coisas que está fazendo. Acho que isso é um sintoma do mundo moderno”, ele filosofa. “Eu preciso explorar mais, compor mais, estar em contato com mais coisas que me deixem motivado e em movimento. Preciso estar em movimento na música”, emenda.

O disco conta com músicos de estirpe altíssima como baixista Sean Hurley (que já tocou com John Mayer, Alicia Keys e Selena Gomez), o baterista Aaron Sterling (de Taylor Swift, John Mayer e Alejandro Sanz), o pianista Bill Brendle (Celine Dion, Whitney Houston e Black Eyed Peas), o violonista Dean Parks (B.B. King, Elton John e Stevie Wonder), o guitarrista Tim Pierce (Eric Clapton, Michael Jackson e Ozzy Osbourne), o percussionista Luis Conte (Phil Collins, Madonna e Roger Waters) e o oboísta Earl Dumler (Diana Ross, Elvis Costello e Frank Zappa).

Zé Ricardo se sente muito bem com esse timaço. “Tocar com caras que você sempre leu os nomes nos encartes, e agora ler no seu encarte o nome deles é muito gratificante. Ao mesmo tempo, como artista, é essa coisa da contribuição. Se sentir de igual pra igual, e não inferior”, afirma.

Sobre a música brasileira, ele conta como os músicos observam. “Eles veem com muito respeito e curiosidade, porque é uma linguagem muito particular, apesar de estar tão difundida no mundo”, conta. “Apesar de ter uma ligação muito grande com o jazz, a bossa nova marcou muito a música americana”, acrescenta.

Desde 2007, Zé Ricardo faz parte da equipe que organiza o Rock In Rio. “Isso vem me tornando não só um artista melhor mas uma pessoa melhor também, porque tenho que exercer minha solidariedade e minha generosidade pra poder lidar com os egos, com as diferenças, divergências”. Ele foi responsável pelo Palco Sunset, uma das ideias mais inovadoras do evento nos últimos tempos.

“Essa coisa de colocar artistas juntos não é só colocar talentos juntos, é colocar pessoas juntas. Você primeiro faz o encontro do ser humano pra fazer com que a música deles se encontre em algum lugar”, conta. “Eu tento fazer com que os artistas saiam da zona de conforto. Tento fazer com que a gente não tenha ego. Temos que transcender a individualidade quando estamos dividindo o palco com alguém”.

Para Zé Ricardo, a mistura é a grande inovação da música. “Por outro lado, as vezes a música vem sendo nivelada por baixo em letras, em arranjo e em qualidade de som”, lamenta. “Temos sempre que tentar entregar o melhor, e não simplesmente aceitar uma coisa mercadológica”, defende. “É uma alegria ser respeitado pela sua música, não pela quantidade de discos que você vende ou por quanto você toca na rádio”, conclui.

No dia 11 de setembro, Zé Ricardo apresenta o novo disco na casa de shows Miranda, na Av. Borges de Medeiros, 1424, bloco 1/piso 2, no Rio de Janeiro. O cantor vem a São Paulo para apresentação em 2 de outubro na Av. Angélica, 2331, na Santa Cecília. Ele ainda tem shows em Florianópolis, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte, ainda sem datas definidas.