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Conheça os hobbies mais improváveis de Justin Bieber, Slash e mais
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Você já se perguntou o que seu cantor favorito faz enquanto não está compondo nem fazendo shows mundo afora? A Rádio UOL selecionou os 8 hobbies improváveis de artistas famosos! Confira:

Justin Bieber

Nos raros momentos em que não está levando as fãs à loucura, o astro teen Justin Bieber tem como hobby jogar golf. Quando está viajando pelo mundo com seus shows, o cantor até leva um mini-golf consigo. É claro que entre suas atividades prediletas também estão pichar muros, tirar rachas e arranjar confusão por onde passa, mas isso não vem ao caso.

Polêmico e de personalidade forte, o músico Marilyn Manson pode não parecer, mas também gosta de momentos de tranquilidade à frente de uma tela vazia. Isso mesmo, ele é um pintor de certo reconhecimento no tempo livre.

Certa vez, o irônico Liam Gallagher, ex-integrante da banda Oasis, disse que quando parasse de curtir rock iria se dedicar ao hobby da jardinagem. Não dá para saber se ele estava falando sério ou não, mas quem sabe ele não goste mesmo de cuidar de plantas?

SHOW IRON MAIDEN

Bruce Dickinson, o lendário frontman e vocalista do Iron Maiden, é também piloto de avião e voa por aí quando não está em turnê com uma das maiores bandas de heavy metal de todos os tempos.

Todos sabem que Jack White é um exímio músico, e que ele também é bastante excêntrico. Não é por acaso que, no tempo livre, ele gosta de embalsamar animais para conservar seus corpos. É, isso mesmo.

Ronnie Wood, guitarrista dos Rolling Stones, além de tocar em uma das maiores bandas do planeta, também gosta de colecionar selos. O passatempo começou depois de ele precisar de uma sessão de reabilitação.

SHOW DE SLASH

Outro músico com passado bastante movimentado é Slash. O ex-Guns N’ Roses, além de sexo, drogas e rock ’n’ roll, ele adora mesas de pinball. Chegou a desenhar a máquina oficial da banda e tem uma coleção de 10 peças em casa.

Uma das bandas com som mais agressivo do mundo é o Motörhead, e isso transparece na atividade secundária do líder Lemmy Kilmister: o músico coleciona armas e artefatos da II Guerra Mundial.


Descubra as 5 músicas gospel favoritas da Joelma, da Banda Calypso
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Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Quem imaginaria que a vocalista da banda Calypso teria um gosto musical tão diversificado e surpreendente? A musa da música pop da região norte do Brasil adora ouvir gospel e, à pedido da Rádio UOL, selecionou suas canções religiosas favoritas com exclusividade para a gente. Confira:

“Ressuscita-me'' – Aline Barros
“Adoro ouvir música gospel quando eu malho, mais lenta, pra relaxar'', conta a cantora, que escolheu um dos maiores sucessos de Aline Barros, grande nome do gospel brasileiro.

“Luz de Deus'' – Banda Calypso
“É uma música muito especial que gravei com minha filha Yasmin, fala de amor, muito amor'', relembra ela, pegando de surpresa quem não sabe que o grupo também tem trabalhos no estilo gospel.

“Eres Mi Fuerza'' – Cristiane D’Clario
“Ouço música gospel todos os dias, pra relaxar e agradecer a Deus'', revela Joelma, demonstrando profundo conhecimento da música religiosa internacional ao citar a artista nascida nos Estados Unidos e radicada em Porto Rico.

“Mirame'' – Cristiane D’Clario
“Com essa música eu malho, aprendo espanhol e faço contato com Deus'', explicou a artista.

“O Poder de Deus'' – Banda Calypso
“Essa música faz parte do nosso CD ‘Eternos Namorados’ e é minha primeira composição, muito especial'', conclui a vocalista.

 


Public Enemy em 5 atos – Entenda os Revolucionários do Rap
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public enemy

O grupo Public Enemy. Crédito: David Wong

Eugênio Lima*
Colaboração para o UOL

Public Enemy é um dos grupos de hip hop norte-americano mais importantes da história e, sem sombra de dúvida, um dos mais influentes na América Latina, principalmente no Brasil. É composto por Chuck D, Flavor Flav, DJ Lord (que substituiu Terminator X, DJ que era treta em 1999), além de outros colaboradores, como o polêmico Professor Griff, que foi demitido do grupo por comentários anti-semitas em 1990, mas voltou mais tarde, em 1998.

Formado em Long Island, Nova York, a redor do campus da universidade, em 1982, Public Enemy é conhecido por seu envolvimento político, acidez das suas letras, combate ao racismo, críticas à mídia americana, sempre com um forte e ativo enfoque nas frustrações e preocupações da comunidade Afro-Americana. Ou seja, o Public Enemy é uma voz única e potente do hip-hop, fez e continua a fazer história.

A primeira vez que vi o grupo foi na sua primeira passagem pelo Brasil, em 1991, no Ginásio do Ibirapuera. O show foi histórico e o Public Enemy tinha acabado de lançar “Fear of a Black Planet”, no ano anterior. Chuck D e companhia estavam em um dos seus melhores momentos criativos, ele falou sobre tudo um pouco, desde a violência policial, até a falta de pessoas negras na televisão brasileira, além de criticar a apresentadora Xuxa Meneghel.

Flavor Flav foi um espetáculo à parte e a abertura do show foi de ninguém menos que os Racionais MC's, que apavoraram com um show incrível. A juventude negra tinha conquistado sua “Voz Ativa”. De lá pra cá muita coisa mudou no hip hop, nos EUA e no mundo, e banda não tem hoje o mesmo furor criativo dos 90's, mas tenho certeza que quem for ao show não vai se arrepender, pois não é todo dia que lendas vivas tocam tão perto.

Entenda o Public Enemy em cinco músicas:

1- “Fight the Power'' - Versão do singles 12 polegadas, com direito a solo de Branford Marsalis. “Ode Sonora-brutal da cultura hip-hop”, união radical de letra e música, muito som mesmo, sample de James Brown, jazz e rima.Quem não se lembra da Rosie Perez dançando na abertura do “Faça a coisa certa”, de Spike Lee? Sublime.

“1989 the number another summer (get down)
Sound of the funky drummer
Got to give us what we want
Gotha gives us what we need
Our freedom of speech is freedom or death
We got to fight the powers that be
Lemma hear you say
Fight the power”

2- “Don't Believe the Hype'' - Hino do Hip Hop com consciência, esta pedrada é o primeiro single a estourar e popularizar o grupo. Em tempos de eleição, nada mais
contemporâneo.

“The book of the new school rap game
Writers treat me like Coltrane, insane
Yes to them, but to me I'm a different kind
We're brothers of the same mind, unblind
Caught in the middle and
Not surrenderin'
I don't rhyme for the sake of of riddlin'
Some claim that I'm a smuggler
Some say I never heard of 'ya
A rap burgler, false media
We don't need it do we?
It's fake that's what it be to 'ya, dig me?
Don't believe the hype.''

3- “He Got Game'' - A música faz parte da trilha do filme homônimo de Spike Lee, o último grande álbum do Public Enemy, a letra ácida, em cima de sampler da canção de protesto do Bufallo Springfield “For What It's Worth” , ícone do movimento contra guerra do Vietnã. O discurso final do Flavor Flav é treta.

“Hey yo these are some serious times that we living through g
And a new world order is about to begin
You know what I'm saying
Now the question is are you ready
For the real revolution
Which is the evolution of the mind
If you seek then you shall find
That we all prove from the divine
You dig what I'm saying
Now if you take heed
To the words of wisdom
That are written on the walls of life
Then universally we will stand
And divided we will fall
Cause love conquers all”

4- “911 Is Joke'' - Parábola sobre o serviço de atendimento de emergência nas periferias negras do Estados Unidos, com samples de James Brown e Vicent Price, a música é uma pedrada, um dos melhores momentos do Flavor Flav, o vídeo é um acontecimento, humor politizado. O som fala mais alto que as letra.

“I call 'em body snatchers quick they come to fetch ya?
With an autopsy ambulance just to dissect ya
They are the kings 'cause they swing amputation
Lose your arms, your legs to them it's compilation
I can prove it to you watch the rotation
It all adds up to a funky situation
So get up get, get get down
911 is a joke in yo town
Get up, get, get, get down
Late 911 wears the late crown
911 is a joke''

5- “Can't Truss It'' - Um som pesado, sobre a escravidão negra nos Estados Unidos e suas perversas conseqüências para a população negra no presente. Somos todos sobreviventes, é o famoso papo reto com muita personalidade, Chuck D rima muito, consolidando um flow e uma métrica que vão influenciar várias gerações. A música é cheia de “noise fx”, abrindo com fala de Malcom X, num tipo de produção muito característica do grupo, que se tornaria uma marca, e o vídeo é emblemático.

“I'm on the microphone
Sayin' 1555
How I'm livin'
We been livin' here
Livin' ain't the word
I been givin'
Haven't got
Classify us in the have-nots
Fightin' haves
'Cause it's all about money
When it comes to Armageddon
Mean I'm getting mine
Here I am turn it over Sam
427 to the year
Do you understand
That's why it's hard
For the black to love the land”

*Eugênio Lima é DJ, membro Fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e da Frente 3 de Fevereiro, integrante da banda CORA – Orquestra de Grooves Afrobrasileira. Ator-MC, Pesquisador da cultura afro-diaspórica, professor de sonoplastia da Escola SP de Teatro e apresentador do programa Vitrola Livre da Radio UOL.


Imagem Sonora estreia com trilha de Tom Jobim para pior filme do mundo
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Pôster do filme "The Adventurers" (1970)

Pôster do filme “The Adventurers'' (1970)

O Programa Imagem Sonora está chegando para trazer cultura musical ao público do UOL por meio de trilhas sonoras de filmes, séries e desenhos que têm uma história interessante, curiosa ou algum ponto pitoresco e digno de nota.

Na estreia do programa, o apresentador Djeferson Barbosa conta a história de um dos piores filmes de todos os tempos, ou melhor, da trilha sonora desse longa-metragem inspirado em um popular romance de Harold Robbins.

“The Adventurers”, de 1970, é uma obra para se assistir de olhos fechados e ouvidos atentos. Enquanto o filme já foi considerado um dos dez piores de todos os tempos, presente na lista do prêmio Framboesa de Ouro, a trilha sonora, composta por ninguém menos que Tom Jobim merece aplausos.

É exatamente essa a grande pérola que Djeferson resgata e esmiúça em detalhes para presentear o ouvinte com um grande achado e composições raras do grandioso Antônio Carlos Jobim.

Clique aqui para ouvir a primeira edição!


Com mensagem de apoio às gordinhas, Meghan Trainor é a revelação do pop mundial
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Cena do clipe de "All About That Bass"

Cena do clipe de “All About That Bass''

André Cáceres
Do UOL, em São Paulo

Primeiro lugar nas paradas de países como Estados Unidos, Austrália, Canadá, Alemanha e Reino Unido com o sucesso “All About That Bass”, Meghan Trainor lançou nesta quarta-feira (15) o clipe de sua música inédita, “Lips Are Movin’”.

Os mais antenados já repararam na presença massiva de sua voz nas rádios, mas ainda são poucos os que conhecem a cantora por trás do mais novo hit do pop internacional. Afinal, quem é Meghan Trainor?

Natural de Nantucket, uma pequena cidade do estado americano de Massachussetts, Trainor tinha pais músicos e logo começou a tocar e cantar. Uma de suas influências mais curiosas é a soca, um gênero caribenho com influências de funk e soul, que conheceu através de um tio nascido em Trinidad e Tobago, uma região muito tradicional no estilo.

Não demorou muito para que ela começasse a compor o próprio material. Em 2011, ainda com 17 anos, ela escreveu por conta própria e lançou de maneira independente dois discos, “I’ll Sing With You” e “Only 17”.

O destaque veio esse ano com o EP “Title”, que conta com quatro músicas, entre elas o grande sucesso “All About That Bass”, além da faixa título e das canções “Dear Future Husband” e “Close Your Eyes”.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “ALL ABOUT THAT BASS'' E OUTROS SUCESSOS NA RÁDIO UOL

No seu hit, a cantora critica a busca obsessiva pelo corpo ideal e faz uma verdadeira ode à beleza natural, independente do peso ou da silhueta. Meghan Trainor causou polêmica com sua letra, mas já explicou em entrevistas que quer passar uma mensagem positiva, e não gerar ódio contra as magras.

Após ganhar tanta relevância e ultrapassar a marca de 150 milhões de visualizações na internet, Meghan foi indicada ao American Music Awards à categoria New Artist of the Year, que premia as revelações do ano. Ela concorre com Iggy Azalea, Bastille, Sam Smith e 5 Seconds of Summer.


A história capilar da música pop
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Marina Tonelli
Do UOL

Desde os primórdios, a música é uma das principais formas de expressões do humano. Indo muito além do som, ela também é responsável por influenciar o comportamento e estilo dos ouvintes. E além das roupas, os cortes de cabelo sempre acompanharam e simbolizaram cada era do pop.

Anos 50 – Topete e Brilhantina

Quando Elvis Presley surgiu na década de 50 como um dos pioneiros do rock’n’roll, algo além de suas danças extravagantes e voz inconfundível chamaram a atenção do público, em sua maioria, feminino.

O topete brilhantinado era uma das características marcantes do cantor e sintetizava a rebeldia jovem da época, que usufruía de uma liberdade inédita após o período de guerras da primeira metade do século. O mesmo penteado foi usado por outros grandes nomes da época como Little Richard, Ricky Nelson e Johnny Cash, além do ícone de Hollywood James Dean e desde então tem sido revivido por todas as gerações. Justin Timberlake e Bruno Mars estão entre os topetudos mais recentes do pop.

Elvis Presley

Elvis Presley

Anos 60 – Cuias, Afros e Hippies

Em contrapartida em 1964 os Beatles também já haviam conquistado o mundo com suas músicas e os penteados no estilo “tigelinha”. No momento em que chacoalhou as cabeleiras na televisão americana pela primeira vez, o grupo se tornou ícone das ideias progressistas da nova geração e a influência que exerceram no cenário musical e cultural se estende até os dias de hoje.

O penteado, influenciado pelos existencialistas franceses simbolizou a “invasão britânica'' no rock da época de bandas como Rolling Stones, The Animals e The Kinks e logo conquistou a América, sendo adotado por grupos como The Byrds e Beach Boys.

Nas décadas de 80 e 90 o corte foi recuperado por grandes nomes do rock britânico como Stone Roses Oasis.

Beatles

The Beatles

No final da década, seguindo a revolução nos costumes, as cabeleiras cresceram e, mais selvagens e unissex, se tornaram símbolos do movimento hippie.

Paralelamente, o movimento black power questionava o racismo e a estética dominante da cultura branca. Foi quando James Brown, no auge do sucesso, abandonou o cabelo alisado. O rei da música negra assumiu um penteado afro combinando ao discurso mais politizado e as mudanças musicais de um novo estilo, o funk.

O penteado virou padrão na comunidade afro-americana e foi adotado por outros ídolos da época, incluindo Jimi Hendrix, Sly Stone, Ike Turner e The Jackson 5.

A tendência dos cabelos negros naturais se manteve nos anos 80 e 90, através dos grupos de rap afrocêntricos como A Tribe Called Quest e Arrested Development. Os penteados variavam entre versões de flap top (o popular “escovinha''), com desenhos esculpidos com navalhas.

The Godfather

James Brown

Começo dos 70 – Glam e Rastafaris

Com a chegada dos anos 70, a crise do petróleo atingiu os Estados Unidos e o Reino Unido, inflamando ainda mais as revoluções sociais da década passada. Deste cenário surgiria um ser de outro mundo que chocaria com uma explosão de cor e um corte mullet imortal: David Bowie e seu alter-ego, o interplanetário Ziggy Stardust. A estranheza e a falta de vontade de se enquadrar em padrões estéticos e sexuais foram a inspiração para esse corte desfiado e assimétrico, curto na frente e comprido atrás, que contrastava radicalmente com o naturalismo dos hippies.

O mullet, que foi repaginado na última década e utilizado ironicamente por hipsters de todo o globo, já foi utilizado em formas diversas por nomes como Rod Stewart, Bono Vox, Cyndi Lauper e Joan Jett sendo popularizado no Brasil em duplas sertanejas como Chitãozinho & Xororó e Zezé Di Camargo & Luciano.

David Bowie

David Bowie

Outra novidade que tomou de assalto o cenário da época foi o reggae, popularizado internacionalmente por Bob Marley a partir do álbum “Catch a Fire'' de 1973. Marley e sua banda, The Wailers associaram para sempre o gênero jamaicano à religião rastafari e, consequentemente aos longos cabelos denominados “dreadlocks'', ou apenas “dreads''.

Nas décadas seguintes os dreads se popularizaram, indo muito além do reggae e dos rastafaris, sendo adotados até mesmo por bandas de metal, como o Korn e o Soulfly de Max Cavalera.

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Bob Marley

Final dos anos 70 e começo dos 80 – Punk e New Wave

No final dos anos 70 e logo no inicio dos 80, o punk surgiu para romper com tudo e todos e mais uma vez os penteados se fizeram presentes para ilustrar a identidade do movimento. Os riffs rápidos e agressivos das guitarras ganharam a personificação perfeita com a chegada dos cabelos espetados de ícones como Sid Vicious, do Sex Pistols, Siouxsie Sioux e Joan Jett.

Sid Vicious

Sid Vicious (Sex Pistols)

A partir de 1980, a segunda onda do movimento imortalizaria o moicano como símbolo do estilo. O principal responsável foi o vocalista Wattie Buchan, da banda escocesa The Exploited. Três décadas depois, o corte de inspiração indígena sobrevive bem longe da rebeldia punk nos cucurutos de ídolos sertanejos como Lucas Lucco e jogadores de futebol como David Beckham e Neymar.

Exploited

Wattie Buchan (The Exploited)

Neste cenário, surgiu a ala mais comercial da geração punk: a new wave.
Diferentemente do primo mais radical, a new wave era bem humorada, com uma estética que brincava de forma irônica com a cultura trash e a sociedade de consumo, misturando referências das décadas de 50 e 60 ao que poderia haver de mais moderno na época.

Em alguns casos, como no da banda Devo, os cortes eram curtos, combinados a uma estética futurista, enquanto  as vocalistas da banda The B-52's reviveram os “bolos de noiva'' da década de 60 em versão ainda mais exagerada. Outros nomes que aderiram ao estilo, cada um à sua maneira foram bandas como Blondie, The Human League e Talking Heads.

b52s

The B-52's

Anos 80 – Hard rock

Em sua versão mais extravagante, apelidade de “Hair Metal'' (“metal de cabelo''), o hard rock foi uma febre nos anos 80 com penteados armados em combinação exagerada de maquiagem chamativa e roupas apertadas. Se visualmente era uma aparência andrógina e de caras e bocas, os temas retratados por bandas como Mötley Crüe e Poison eram odes altamente heterossexuais ao sexo, drogas e rock 'n' roll.

Os escândalos envolvendo strippers e todo o glamour que envolvia o cenário serviam como um imãs para o público feminino, conquistado em grande parte com ajuda de videoclipes superproduzidos que exploravam com perfeição o apelo visual das bandas.

Poison

Poison

No final da década, a banda Guns N' Roses surgiu deste cenário como um antídoto à pose extrema, devolvendo ao hard rock a rebeldia, personificada nas caóticas madeixas do guitarrista Slash. Recuperando a aspereza do som da década de 70, mostraram que o hard rock poderia ir muito além da pose.

Guns N' Roses

Guns N' Roses

Anos 90 – Grunge e Clubbers

Se o Guns N' Roses já havia devolvido o perigo ao hard rock, no início dos anos 90, o grunge surgiu como a antítese de toda a maquiagem e brilho que o “hair metal'' havia espalhado pelo mundo. Misturando características do punk e dos primórdios do heavy metal da década de 70, bandas como NirvanaPearl Jam chegariam ao topo das paradas de sucessos. Os corte de cabelo naturais e aparentemente sem cuidados virou tendência mundial, trazendo a introspecção e o desleixo de volta ao cenário musical.

Se por um lado o Nirvana imortalizava suas canções, sua exposa a vocalista da banda Hole Courtney Love se tornou o ícone feminino do gênero, com um novo estilo batizado “kinderwhore'', em que se mesclavam elementos infantis com peças de roupa sensuais, cabelos loiros amarelados com raízes por fazer.

Algumas das seguidores foram Shirley Mason, do Garbage e, atualmente, a cantora Taylor Momsen, da banda The Pretty Reckless.

Courtney

Courtney Love (Hole)

No outro extremo da seriedade do grunge, estava o hedonismo dos clubbers. Os fãs da música eletrônica frequentadores de raves ousavam em todos os aspectos do visual. A liberdade total na escolha de referências é bem representados pelo corte de cabelo indescritível de Keith Flint, vocalista do The Prodigy. O corte, que se assemelhava a dois chifres esverdeados, fazia uma releitura invertida da estética punk, trazendo de volta as cores extravagantes.

prodigy

The Prodigy

Por hoje ficaremos na década de 90, em breve voltaremos com os principais penteados do século 21.
Na opinião de vocês, leitores, quais foram os principais cortes de cabelo do ano 2000 até hoje?


Ex-sorveteiro vira amigo de Ronaldinho Gaúcho e sensação do funk carioca
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Quem vê MC David Bolado tocando seu novo hit nas pistas não imagina as dificuldades pelos quais ele passou antes de conquistar uma carreira de sucesso. Ainda adolescente, ele teve de enfrentar o mundo como um adulto. “Fugi de casa, em São Luis do Maranhão, e fui vender sorvete nas praias do Rio de Janeiro'', revela ao UOL.

“Mas sempre estava cantando'', emenda. Essa característica o fez vencer obstáculos, e um conhecido o chamou para gravar uma música. A partir daí ele conseguiu deixar a vida de vendedor e passou a fazer funk no Furacão 2000. David não se contentou com isso, e também foi responsável pela canção “Entorta, Ronaldinho'' na época em que o craque brasileiro jogava no Barcelona, da Espanha.

A faixa foi um sucesso tão grande que Assis, irmão e empresário do jogador, convidou o cantor para ir à Europa tocar em uma festa. A partir daí, começou a amizade entre os dois. “Ronaldinho é muito humilde, ele é fora de série'', elogia o MC.

O funk de David Bolado não invadiu apenas o velho continente. Ele contou que já deu entrevista a uma emissora de rádio argentina que toca o estilo dele. “O funk é muito forte, mas ainda existe muito preconceito'', afirma.

“Existem divisões de funk, se as pessoas conhecessem mais, não teriam tanto preconceito. Antigamente era muito pior, só tocava na Furacão 2000, hoje em dia todo programa de televisão toca'', comemora. Atualmente, sua nova música de trabalho é “Ela Não Para de Dançar“, que foi composta pelo mesmo autor de “Beijinho no Ombro'', da Valesca Popozuda.

André Cáceres
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Entre a música e a carreira, Antônio Lopes segue compondo e se renovando
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foto antonio lopes

O músico, advogado e químico Antônio Lopes

Formado em direito e química, o alagoano Antônio Lopes Rodrigues é uma pessoa muito plural, não só por sua vida acadêmica, mas pela sua arte. Já compôs mais de 100 canções e fomenta a produção cultural com seu estúdio na Ilha de Santa Rita. “Levo mais a sério a vida profissional de advogado, tenho a música como lazer. Infelizmente minha primeira atividade não é música'', conta o compositor ao UOL.

Sua carreira musical começou quando ele era estudante da Universidade Federal do Ceará, e participava de festivais na cidade de Fortaleza. “Sempre gostei muito de música'', disse ele, que passou a se dedicar ao direito, mas nunca deixou a arte de lado. “Vejo pessoas com talento gravando músicas dos outros. Por que não investir mais no material autoral?'', questiona.

Essa foi a ideia inicial que o fez montar o movimento que incentiva talentos da música a compôr e gravar seus trabalhos. “Isso pode ser muito importante para a história da música alagoana. O objetivo é a criação''. Com essas ações, Antônio tenta melhorar o cenário nacional, que, segundo ele, está lamentável. “Tanto na política quanto na música'', acrescenta. “É preciso dar uma reviravolta para que isso mude. As músicas vão descendo pela goela do povo, empurradas pelos meios de comunicação''.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “PRIMAVERA'', DE ANTÔNIO LOPES E FELIPE CAMBERO

Entre suas principais influências está o cantor Djavan, que também nasceu em Maceió, e o lendário Jackson do Pandeiro. “A música é muito importante na vida de uma pessoa. Se as novas gerações não ouvem coisas boas, vão acabar levando essa lembrança'', lamenta ele.

Músico, advogado, químico, um grande artista. Antônio Lopes merece reconhecimento por sua obra, e ainda recusa o título de senhor. “Você não escreve para o passado, você escreve para o presente. Quando canta, se renova. Na música, somos sempre jovens'', conclui antes de se despedir.

André Cáceres
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10 artistas cujo nome verdadeiro você nem imagina!
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Você conhece a cantora Stefani Germanotta? E o músico Farrokh Bulsara? Mesmo que você pense que nunca ouviu falar deles, vai se surpreender ao saber que estamos falando de ninguém menos que Lady Gaga e Freddie Mercury!

A Rádio UOL selecionou 10 artistas cujos nomes verdadeiros você nem imagina! Confira a lista:

10 – Farrokh Bulsara encantou multidões com sua voz à frente de uma das maiores bandas da história do rock. Ouça o som do Queen, liderado por Freddie Mercury, na Rádio UOL!

FM

9 – Stefani Joanne Angelina Germanotta é uma das maiores divas da música internacional. Conhecida como a nova rainha do pop, Lady Gaga já vendeu mais de 23 milhões de discos e atualmente está lançando um disco de jazz em parceria com Tony Bennett.

Lady Gaga

8 – Priscila Novaes Leone é a musa do rock nacional. Com mais de dez anos de carreira, a soteropolitana Pitty surpreende muitos com o nome verdadeiro!

Pitty

7 – Ronald James Padavona foi uma das maiores vozes do heavy metal. Fez parte de grupos lendários como Black Sabbath, Rainbow e Elf, além de ter tido uma carreira solo invejável. Esse é o currículo do eterno Ronnie James Dio.

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6 – Mirosmar José de Camargo pode enganar pelo nome, mas o sobrenome e a voz do cantor são inconfundíveis. Um dos maiores nomes da música sertaneja, ao lado de Welson David de Camargo, o Luciano, os dois formam a dupla Zezé di Camargo & Luciano.

Zeze

5 – John Francis Bongiovi Jr é o líder de uma das maiores bandas do rock nos anos 80. Duvida? Então releia o sobrenome de origem italiana e perceba que ele é Jon Bon Jovi!

Bon Jovi

4 – Brian Hugh Warner é cantor, compositor, instrumentista, poeta, pintor e multi talentoso. Talvez você não esteja ligando o nome à pessoa, certo? Então clique aqui para ouvir o melhor de Marilyn Manson.

Marilyn Manson

3 – Elizabeth Woolridge Grant estourou para o mundo do pop com o disco “Born To Die”, e a partir daí vem conquistando uma legião de fãs. Mas é claro que todos a conhecem por seu nome artístico, Lana Del Rey

Lana Del Rey

2 – Georgios Kyriacos Panagiòtou é um cantor britânico que se tornou um ícone da música na década de 80 e é responsável por uma das canções mais sensuais de todos os tempos. Talvez você não reconheça pelo nome, mas o saxofone de “Careless Whisper” denunciaria que estamos falando de George Michael.

George Michael

1 –Amethyst Amelia Kelly está encantando todos com sua mistura sensacional de rap, R&B e pop, e é considerada uma das novas divas da música. Mas com esse nome talvez você não saiba de quem estamos falando: Iggy Azalea!

Iggy Azalea


Luisa Maita interpreta Elis Regina em projeto “Cantoras do Brasil”
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O projeto “Cantoras do Brasil'' propõe um passeio pela obra de grandes vozes da música brasileira, como Elis Regina, Clementina de Jesus, Maysa, Dolores Duran e Nara Leão.

Gravado em preto e branco, o DVD traz 13 faixas interpretadas por novos nomes da MPB, como Tulipa Ruiz, Blubell, Tiê, Luisa Maita e Mariana Aydar.