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In-Edit Radio Show, destaca atividades paralelas do festival
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Nesta edição do In-Edit Radio Show, destacamos algumas atividades paralelas que ocorrerão durante o In-Edit Brasil, tais como os encontros com os diretores One9 (“Nas: Time is Illmatic”), Paul Marchand (“Jaco”) e Wes Orshoski “The Damned: Don’t You Wish We Were Dead”), que acontecerão após a exibição de seus respectivos filmes. As datas, horários e locais dos eventos estão no site do festival.

O In-Edit Brasil acontece em São Paulo até o dia 12 de julho e em Salvador entre os dias 14 e 19.

Playlist

1 – Ponto de Capoeira – Orquestra Nzinga de Berimbaus
2 – Sete Coraçoes – José Menezes, Nunes, Clóvis Pereira, Guedes Peixoto, Duda, Ademir Araújo e Edson Rodrigues
3 – Come On, Come Over – Jaco Pastorius
4 – Pleasure and The Pain – The Damned
5 – Carrão a Gás (Tração nas 4) – Premeditando o Breque
6 – O Vira – Secos e Molhados
7 – O Z da Questão/Do Meu Amor – Itamar Assumpção
8 – Jesus Chorou – Racionais MC’s


De Dylan a Sabbath, entenda como os veteranos reconquistaram as paradas
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James Taylor (Reprodução)

James Taylor (Reprodução)

O cantor e compositor James Taylor, apesar de todo seu sucesso com clássicos como “You've Got a Friend'' e de uma extensa carreira, com mais de quatro décadas, nunca havia chegado na primeira posição nas paradas norteamericanas  de álbuns. Pelo menos até o mês passado.

Em junho, o cantor alcançou o número 1 pela primeira vez com o novo trabalho “Before This World”, 47 anos após o disco de estreia do artista. Taylor está longe de ser uma exceção. Já faz algum tempo que artistas veteranos têm se dado bem nos rankings do sucesso musical.

Com a decadência da indústria fonográfica na última década, as novas gerações têm comprado cada vez menos discos. A mídia física vem perdendo cada vez mais espaço entre os ouvintes com menos idade. Alguém que chega à maioridade em 2015 já nasceu na era do MP3 e em muitos casos cresceu encarando a música como um produto que, na prática, é gratuito.

Cada vez mais, a música é consumida por meio de downloads legais e ilegais, clipes musicais em sites de vídeo ou serviços de streaming. Os álbuns em si se tornam ou obsoletos ou objeto de desejo para nostálgicos e saudosistas.

Assim, o mercado se abre para artistas com público cativo de idade mais avançada, que desacostumado com as novas formas de se escutar música, continua entusiastas dos álbuns físicos.

Veja outros exemplos de veteranos que têm se dado bem nas paradas

Sabbath

Black Sabbath (Divulgação)

Em 2013, o Black Sabbath também chegou ao Nº1 nos EUA pela primeira vez com o álbum “13'', 43 anos após lançarem o primeiro trabalho.

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Lady Gaga e Tony Bennett (Lucy Nicholson/Reuters)

O caso de Tony Bennett é ainda mais impressionante: esperou 54 anos até chegar ao primeiro lugar em 2014 com “Cheek To Cheek'', seu disco de duetos com Lady Gaga.

Dylan

Bob Dylan (Rogério Assis/Folhapress)

Bob Dylan, por outro lado, já havia conquistado a primeira colocação, mas atravessou um hiato de 40 anos fora do primeiro lugar entre “Desire'', de 1976 e “Modern Times'', de 2006. Desde então, o patrono do folk rock emplacou quatro álbuns no top 10.

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Judas Priest (Divulgação)

O Judas Priest, apesar de serem uma das bandas mais influentes do heavy metal, só foi ter um álbum no top 10 americano em 2014, com “Redeemer of Souls''.

Crédito: Reprodução

Jimi Hendrix (Reprodução)

E num caso ainda mais extremo, Jimi Hendrix, morto em 1970, chegou respectivamente ao segundo e quarto lugar com os álbuns póstumos “Valleys Of Neptune'', em 2010 e “People, Hell and Angels'' em 2013.

E na sua opinião? As altas vendagens dos artistas veteranos indica a baixa qualidade da música atual ou apenas uma mudança na maneira de consumir música entre os jovens?

 

 


Crânios da música: saiba quem são os artistas mais inteligentes do pop
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Crédito: Adrian Dennis/AFP/Getty

Crédito: Adrian Dennis/AFP/Getty

De astros do rock a estrelas do pop, conheça alguns nomes inusitados da música que você nem imagina, mas são super inteligentes. Confira os “crânios da música'':

Queen
Quem vê o estilo e a pose de roqueiros não imagina que os integrantes do Queen são todos graduados. O guitarrista Brian May é PhD em astronomia, o baterista Roger Taylor tem diploma de biologia, o baixista John Deacon é mestre em eletrônica e o vocalista Freddie Mercury é formado em ilustração e design. Isso explica as letras cabeça da banda.

Tony Iommi
O inventor do heavy metal e lendário guitarrista do Black Sabbath tem muitas lendas associadas a ele, mas uma coisa é fato: ele é doutor honorário da Universidade de Coventry e leciona para alunos de música na mesma instituição.

Art Garfunkel
Mestre do folk rock e membro da dupla Simon and Garfunkel, ele se formou em matemática pela universidade de Columbia e chegou a iniciar seu PhD, tendo que interrompê-lo para seguir uma carreira musical de sucesso.

Greg Graffin
Quem vê o vocalista do Bad Religion com sua postura de punk rock no palco nem imagina que ele é graduado em zoologia, com mestrado em paleontologia e ainda por cima dá aulas na Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Crédito: Fabio Gomes/PressDigital/Estadão Conteúdo

Crédito: Fabio Gomes/PressDigital/Estadão Conteúdo

Dexter Holland
Outro astro do punk rock californiano, o frontman do Offpring concluiu a graduação e mestrado em biologia molecular, e só não terminou o doutorado por causa do sucesso de sua banda. Desde que ele ganhou as paradas internacionais, não parou de estudar: se formou como piloto de avião nesse intervalo.

Millo Aukerman
Outro vocalista de punk com carreira acadêmica, Millo Aukerman é membro dos Descendents quando não está ocupado com sua carreira científica. O pioneiro do hardcore melódico é doutor em bioquímica e trabalha como pesquisador de plantas para uma multinacional.

Tom Scholz
O guitarrista e compositor do Boston não sabe só fazer rock. Ele foi admitido no Instituto de Tecnologia de Massachussets e se formou como bacharel e mestre em engenharia mecânica. Ele construiu os equipamentos de seu estúdio, com o qual gravou o primeiro disco do Boston, quando era designer de produtos da Polaroid.

Crédito: Shin Shikuma/UOL

Crédito: Shin Shikuma/UOL

Tom Morello
O guitarrista das bandas de metal alternativo Rage Against The Machine e Audioslave Tom Morello se graduou em ciências sociais pela universidade de Harvard e até hoje é engajado em diversas causas políticas. Ele não sabe fazer barulho apenas com a guitarra.

Neil Peart
Não contente em ser um dos maiores bateristas de todos os tempos, o integrante do power trio de rock progressivo canadense Rush é também um escritor de sucesso. Neil Peart foi autor de cinco livros, tendo lançado o mais recente em 2012. Em 1993, foi escalado para entrevistar na televisão o então primeiro ministro do Canadá Jean Chrétien e surpreendeu a todos com perguntas mais adequadas a um jornalista especializado em política do que a um baterista de rock.

Músicos com QI elevado
Alguns polêmicos, outros nem tanto, muitos artistas têm um intelecto avantajado ainda que sem grandes credenciais acadêmicas. Nomes como a diva latina Shakira, a rainha do pop Madonna e o líder do Ultraje a Rigor Roger Moreira se gabam de possuir um QI acima de 140, pontuação considerada extremamente alta.

André Cáceres,
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Bira e Marcos Hasselmann promovem tributo a Frank Sinatra
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No ano do centenário de nascimento do ícone Frank Sinatra, dois nomes respeitadíssimos da música brasileira se unem em parceria para promover um tributo de gala à lenda do pop tradicional.

Bira e Marcos Hasselmann convidam os ouvintes da Rádio UOL e os leitores do Guia UOL para esse show, que irá acontecer nos dia 1º e 7 de julho. Clique para conferir a mensagem que eles gravaram especialmente para o UOL:

Bira e Marcos Hasselmann promovem tributo a Frank Sinatra

Serviço
Quando: 1 de julho, às 21h
Onde: Rua Padre Adelino , 949 , Belenzinho, São Paulo
Quando: 7 de julho, às 21h
Onde: Rua Apinagés, 1081, Sumaré, São Paulo


Leonardo Gonçalves canta trilha sonora de filme cristão
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VoceAcreditaCom estreia marcada para o dia 03 de setembro nos cinemas brasileiros, o filme “Você Acredita?'' promete ser mais um marco na história da indústria cinematográfica cristã no Brasil. Reunindo estrelas internacionais como Mira Sorvino e Sean Astin, o projeto é dos mesmos criadores do sucesso Deus Não Está Morto, que levou mais de 290 mil espectadores aos cinemas em 2014.

Um dos grandes atrativos do filme é a trilha sonora, que traz a canção “We Believe'', da banda Newsboys, que será interpretada em português pelo cantor gospel Leonardo Gonçalves.

LEONARDO GONÇALVES UOL1

Leonardo Gonçalves (Divulgação)

O convite para dar voz à versão nacional da música-tema foi recebido com grande alegria por Leonardo, que já teve a oportunidade de assistir à história, escrita por Chuck Konzelman e Cary Solomon.

“O filme vai muito além de uma apologética da fé cristã/bíblica, mas levanta a questão de qual impacto essa fé pode e deve ter na vida daqueles que creem. A música original do Newsboys é incrível e basicamente retrata o credo apostólico. A tentativa é de trazer o arranjo para uma nova realidade, mas sem perder a essência dessa mensagem que une a todos os cristãos”, diz o cantor.

OUÇA O MELHOR DA MÚSICA GOSPEL NA RÁDIO UOL


Relembre as maiores tragédias do mundo do sertanejo
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cristiano araujo

Recentemente, a morte do cantor Cristiano Araújo abalou o Brasil, após um acidente em uma estrada no interior de Goiás. O músico, que havia sido um dos mais ouvidos do país em 2014, com apenas um disco de estúdio, já projetava seu segundo trabalho e tinha uma agenda de shows lotada. Ele não foi o primeiro sertanejo a protagonizar uma tragédia. Relembre outros casos:

João Paulo
Parceiro de Daniel desde meados da década de 1980, João Paulo fez sucesso nos anos 90. O músico, porém, sofreu um acidente automobilístico na rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo, e faleceu em 12 de setembro de 1997. Com o término da dupla após 8 álbuns lançados, Daniel continuou em carreira solo e hoje é um ícone do sertanejo romântico.

Leandro
O irmão de Leonardo, com quem tinha dupla desde 1983, fez sucesso a nível nacional a partir dos anos 90, tendo como auge o projeto “Amigos”, em parceria com outras duplas sertanejas de renome. No entanto, Leandro faleceu em decorrência de um câncer no pulmão em 23 de junho de 1998. Leonardo também se manteve ativo musicalmente como artista solo e hoje faz parceria com o cantor Eduardo Costa.

Pedro Leonardo
Após perder o irmão, Leonardo vislumbrou o filho ganhando os palcos. Pedro Leonardo chegou a fazer sucesso como cantor sertanejo, lançando 5 discos de estúdio entre 2002 e 2005. No entanto, um acidente de carro no interior de Minas Gerais quase tirou sua vida e deixou sequelas que o impediram de prosseguir com a carreira.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “SERTANEJO'' NA RÁDIO UOL

Emival
Talvez esse nome não seja tão conhecido, mas Emival foi o primeiro parceiro do irmão Zezé Di Camargo, quando formavam a dupla Camargo & Camarguinho. Quando eles tinham 11 e 12 anos, sofreram um acidente voltando de um show no Maranhão, e Emival acabou morrendo.

Wellington Camargo
Os filhos de Francisco eram muito mais que dois. Além de Emival, Zezé e Luciano, Wellington Camargo é outro irmão que enveredou para o caminho da música, mas infelizmente é outro que passou por uma tragédia. O músico, que é cadeirante por conta da poliomielite que sofreu aos 2 anos, foi sequestrado, passando 94 dias em cativeiro entre 1998 e 1999, e perdendo uma parte da orelha esquerda.

Renner
Diferente dos outros artistas listados, Renner, que fazia dupla com Rick, não foi vítima de uma tragédia, mas sim causador de uma. Em agosto de 2001, o cantor se envolveu em um acidente no interior de São Paulo, que vitimou fatalmente um casal que trafegava em uma motocicleta. Renner foi condenado por homicídio culposo em 2005.


Nova edição do In-Edit Radio Show entrevista diretor Ricardo Alexandre
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O In-Edit Radio Show desta semana traz uma entrevista exclusiva com Ricardo Alexandre, diretor do filme “Sem Dentes – O Banguela Records e a Turma de 94”. O filme, que está sendo lançado dentro do In-Edit Brasil traz um divertido relato sobre a criação do selo Banguela Records, liderado por Carlos Eduardo Miranda e financiado pelos Titãs.

Na conversa, Ricardo Alexandre fala sobre o filme e, claro, sobre o panorama do rock nos anos 1990 e hoje e, na playlist, uma divertida seleção com o melhor da produção do rock nacional dos anos 1990.

Playlist

1 – A Cerca – Skank

2 – Eu Quero Ver o Oco – Raimundos

3 – Da Lama ao Caos – Chico Science & Nação Zumbi

4 – 1,2,3,4 – Little Quail & The Mad Birds

5 – Tempestade – Maskavo Roots

6 – Eu – Graforréia Xilarmônica

7 – Ipsilone Alone – The Charts

8 – Epilético – Doiseu Mimdoisema

9 – O Professor Antena – Professor Antena

10 – Protesto Concreto – Gangrena Gasosa

11 – Puêra – Catapulta

12 – Ratamahatta – Sepultura (com Carlinhos Brown)

O filme “Sem Dentes – O Banguela Records e a Turma de 1994” terá três exibições dentro do In-Edit Brasil:
Cine Olido, 04/07, 17h – com as presenças do diretor Ricardo Alexandre e do produtor Alexandre Petillo
Cinemateca Sala Petrobrás, 05/07, 17:30h – com as presenças do diretor Ricardo Alexandre e do produtor Alexandre Petillo
CCSP, 10/07, 20h

No dia 04, após a exibição do filme, haverá um show dos Autoramas, na Sala Olido e no dia 05, também ao final da sessão, haverá um bate-papo com o diretor Ricardo Alexandre, o produtor Alexandre Petillo e Maurício Gaia (Combate Rock) sobre o rock dos ano 90.


Relembre as bandas que mais desfiguraram a formação original
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Crédito: Francisco Cepeda/AgNews

Crédito: Francisco Cepeda/AgNews

Os fãs mais conservadores de bandas que perderam um integrante às vezes defendem que o grupo deva acabar ou continuar com outro nome. Mas existem nomes que já alteraram tanto sua formação que quase não têm mais músicos originais. Confira algumas bandas que desfiguraram a formação inicial!

Deep Purple
O sucesso do Deep Purple veio com uma formação já alternativa. Dos 5 integrantes da era clássica, de 1970 a 1973, apenas 3 eram membros fundadores. O vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover vieram da banda pop Episode Six. A formação atual do Deep Purple, no entanto, conta apenas com o baterista Ian Paice como integrante original do grupo fundado em 1968.

Demônios da Garoa
Conhecidos por sua frutífera parceria com o mestre do samba paulistano Adoniran Barbosa, os Demônios da Garoa são um raro caso de banda que se manteve na ativa por mais de 70 anos. Formado em 1943, o conjunto passou por inúmeras mudanças nas últimas 7 décadas e hoje nenhum dos membros fundadores está vivo, mas os remanescentes que entraram depois mantém vivo o espírito do grupo que sintetiza o samba de São Paulo melhor que qualquer outro.

TSOL
TSOL é uma banda californiana de punk que foi formada em 1978 com uma história bem confusa. Após uma mudança de vocalistas, o baixista vendeu os direitos da banda para o novo membro e aos poucos a formação original foi mudando até que o TSOL se tornou praticamente outra banda, com outra sonoridade e um estilo bem diferente. Durante um tempo, duas bandas assumiram o nome e cada uma tinha direito de excursionar por determinados países. O maior sucesso do grupo no Brasil foi “Flowers By The Door'', que é da banda “falsa''. Em 2013, a original veio para o país e algumas pessoas do público pediram a canção, fazendo o vocalista se explicar no palco sobre a divisão do grupo.

misfits

Misfits
O Misfits já teve idas e vindas desde sua formação em 1977 e contou com 9 bateristas ao todo, entre eles Marky Ramone. Até mesmo o frontman Glenn Danzig deixou a banda em 1984, quando o grupo se separou pela primeira vez. Atualmente, o único membro original é o baixista, que também faz as vezes de vocalista, Jerry Only.

Kiss
Com mais de 40 anos de estrada, o Kiss já é praticamente uma marca e o peso da banda se sobrepõe ao nome dos integrantes. Reconhecendo essa característica perene do Kiss, o vocalista Paul Stanley disse que a banda, que hoje conta com metade dos integrantes originais, estaria pronta para seguir em frente com músicos novos após a aposentadoria de Stanley e do baixista Gene Simmons.

Grupos que são marcas
Bandas clássicas como The Platters, Temptations e The Mamas and the Papas já vieram ao Brasil algumas vezes sem trazer consigo nenhum membro original. Enquanto os integrantes da primeira formação dos Platters, de 1950, já morreram, os Temptations já tiveram 22 integrantes entre 1960 e agora, sem contar com o período em que se chamavam The Primes e The Distants.

mutantes

Os Mutantes
O grupo que revolucionou o rock nacional colocando o Brasil no mapa da psicodelia nos anos 60, formado por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias, ganhou Liminha e Dinho Leme no terceiro álbum, mas foi perdendo seus integrantes durante a década de 70 até que, em 1974, o álbum “Tudo Foi Feito Pelo Sol'' tinha apenas Sérgio Dias como membro fundador. Em 2006, a banda se reuniu com Sérgio, Arnaldo, Dinho e Zélia Duncan, mas após 2008, apenas Sérgio Dias continua com o grupo, acompanhado por outros músicos.

Queensryche
Outra banda que se separou em duas foi o Queensryche. Veteranos do heavy metal, os membros da banda praticamente expulsaram o vocalista Geoff Tate, que decidiu continuar tocando e lançando discos sob o nome do antigo grupo, enquanto os instrumentistas fizeram o mesmo. Uma decisão judicial permitiu ambos os Queensryche coexistirem e hoje o impasse ainda não foi resolvido completamente.

Guns N' Roses
Se muitos críticos dizem que hoje o Guns N' Roses é uma banda cover de si mesma, essa afirmação pode ser suportada com base na formação do grupo. Dos 5 membros originais, 4 já saíram para fundar outras bandas ou terem carreiras solo de sucesso. Apenas Axl Rose segue insistindo na ilusão de que a banda de 1985 ainda existe.

AC/DC
Dos membros que estavam presentes no álbum de estreia do AC/DC, “High Voltage'', de 1975, apenas o icônico guitarrista solo Angus Young se mantém no grupo. O baixista Rob Bailey e o baterista Peter Clark saíram da banda não muito tempo depois da formação, o vocalista Bon Scott faleceu em 1980 e o guitarrista base e membro fundador Malcolm Young teve de sair do grupo devido a problemas mentais recentemente.

André Cáceres
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Raul Seixas faria 70 anos: relembre nosso acervo sobre o maluco beleza
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raul seixas

Um dos maiores nomes do rock nacional estaria completando 70 anos neste domingo (28) se estivesse vivo. Raul Seixas se foi há 26 anos e deixou em seu legado grandes clássicos da música brasileira que continuam a embalar muitos fãs por todo o país, alguns deles tão “malucos beleza'' quanto o mestre.

No ano passado, para registrar os 25 anos da morte de Raul, a Rádio UOL foi às ruas de São Paulo para saber o que as pessoas tinham a dizer sobre o ídolo:

“Não sinto falta de Raul, pois ele é imortal''

Outra reportagem em vídeo do UOL foi realizada com covers de Raul Seixas, também em 2014, devido à efeméride dos 25 anos sem o cantor. Assista:

25 anos sem Raul: conheça fanáticos que mantêm o Maluco Beleza vivo

O programa Combate Rock fez uma edição especial sobre o maluco beleza, com direito a um texto de Marcelo Moreira sobre Raul. Clique aqui para ler na íntegra.

Confira também os tributos feitos por Bruce Springsteen, Lucas Santtana e até Zezé Di Camargo & Luciano.

E clique aqui para ouvir na Rádio UOL o melhor de Raul Seixas!


Madonna e Taylor lançam clipes bombásticos; colocamos as divas lado a lado
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Crédito: Getty Images

Crédito: Getty Images

A rainha do pop Madonna e a diva do country que migrou para as paradas de sucesso pop Taylor Swift lançaram recentemente clipes bombásticos com participações de diversos artistas e celebridades, além de parcerias musicais. A Rádio UOL comparou os clipes de “Bitch I'm Madonna'' e “Bad Blood'' para saber qual é o melhor.

Experiência vs juventude

O velho embate entre experiência e juventude entra em jogo novamente. A veterana Madonna, já com uma extensa carreira musical consolidada, lançou seu disco mais recente, “Rebel Heart'', envolto pela expectativa já característica dos trabalhos de uma artista desse porte.

Enquanto isso, Taylor Swift, proveniente do country, é uma das mais expressivas representantes de uma nova geração do pop, idolatrada pelo público mais jovem e que vem arrebentando nas paradas de sucesso com o álbum “1989''.

Parcerias

Ambas as músicas foram lançadas como singles e têm parcerias com rappers. “Bitch I'm Madonna'' conta com a participação de Nicki Minaj, enquanto “Bad Blood'' é a faixa de Taylor Swift em que a musa recebe suporte de Kendrick Lamar.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “POP INTERNACIONAL''

Além dos aliados musicais, os clipes contam com um elenco e tanto de estrelas. O vídeo estrelado por Swift exibe, além de Lamar, Selena Gomez, Jessica Alba, Lena Dunham, Ellie Goulding, Hayley Williams, Cindy Crawford, entre outros artistas.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “BITCH I'M MADONNA''

Já do lado de Madonna, o time de celebridades não é menos surpreendente. Nomes como Beyoncé, Miley Cyrus, Nicki Minaj, Rita Ora e Katy Perry fizeram aparições no clipe.

Rivalidade?

Se por um lado Perry participou do lançamento de Madonna, por outro existem boatos de que “Bad Blood'' é um ataque de Taylor Swift contra a cantora.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “BAD BLOOD''

Mesmo com essa concorrência, Madonna e Swift não são inimigas. As cantoras fizeram um dueto ao vivo em março e apresentaram canções juntas. A rainha do pop também elogiou o trabalho de Taylor, dizendo que não consegue tirar suas músicas da cabeça.

Nas paradas

Ambos os singles alcançaram as paradas de sucesso internacionais, mas as coincidências acabam por aí e é nesse quesito que se vê uma certa disparidade entre “Bad Blood'' e “Bitch I'm Madonna''. Enquanto o hit de Taylor Swift chegou ao primeiro lugar das mais tocadas nos Estados Unidos e emplacou nas listas de 20 países, a faixa de Madonna conseguiu posições modestas nos rankings de 6 países.

André Cáceres
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