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Confira o In-Edit Radio Show entre abril e julho na Rádio UOL
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Durante os meses de abril e julho, a Radio UOL trará o In-Edit Radio Show. O programa terá informações sobre o In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical, que chega a sua sétima edição no dia 02 de julho.

O In-Edit Brasil é o primeiro festival dedicado exclusivamente ao documentário musical no país. Com origem em Barcelona, o festival chegou ao Brasil em 2009, com edições realizadas em São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro.

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O In-Edit Radio Show trará semanalmente notícias, músicas e curiosidades sobre a edição 2015 do festival e será apresentado por Marcelo Aliche (diretor artístico do festival) e Maurício Gaia (Combate Rock).

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “TRILHA SONORA DE SERIADOS''


As 5 coisas mais insanas que os artistas já fizeram em cima do palco
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Crédito: Marco Ankosqui / Folha Imagem

Crédito: Marco Ankosqui / Folha Imagem

Os grandes astros da música sempre passaram como um furacão por onde andavam, mas alguns exageravam na dose. A Rádio UOL relembra as histórias mais malucas que se passaram em cima do palco.

Comer um morcego
Que Ozzy Osbourne é completamente desmiolado, isso todo mundo já sabe. Para alguém que já cheirou formigas e pintou a parede de um hotel com o próprio cocô, poucas coisas são consideradas loucuras de verdade. Mas se hoje ele é um velhinho simpático e sóbrio, ele já chegou a morder um morcego durante uma apresentação. Ozzy pensou que o bichinho era de brinquedo e só percebeu que era real quando sentiu o sangue em sua boca. Dá-lhe vacina anti-rábica depois do show.

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Iggy Pop (AFP)


Rolar no vidro

Além de líder dos Stooges e pai do punk, Iggy Pop também foi um dos pioneiros do stage diving, ou seja, a prática de pular do palco para cima da plateia. Reza a lenda que em uma de suas primeiras tentativas, o público não entendeu que era para segurá-lo e o deixou cair no chão, estatelado. No entanto, essa não foi nem de longe a maior loucura já cometida, pois Iggy  chegou a rolar sobre cacos de vidro em pleno show e em 1970 num festival em Cincinatti, Ohio, se besuntou com um vidro de pasta de amendoim que havia sido presenteado por um membro do público.

Keith Moon explode bateria em show do The Who na TV americana

Explodir uma bateria
Quando o The Who se tornou uma das bandas mais influentes da Inglaterra, não foi difícil notar que o maior gênio – e o mais doido – do grupo era o baterista Keith Moon. Durante um programa de televisão americano em 1967, ele foi além da habitual destruição de sua bateria. Com uma bomba caseira, Moon explodiu o bumbo em rede nacional, e afetou de forma permanente a audição do guitarrista Pete Townshend, cuja costumeira destruição de guitarras se tornou fichinha daí em diante.

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The Plasmatics (Divulgação)


Cantar nua

A vocalista dos Plasmatics Wendy O Williams já foi presa por simular sexo no palco, já cantou sem roupas, apenas com creme de barbear cobrindo seu corpo, já foi proibida de se apresentar na televisão pois iria cantar com os seios à mostra e era conhecida por se masturbar durante as músicas.

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G.G. Allin (Reprodução)


Cantar nu, jogar fezes na platéia, agredir o público, agredir a si mesmo e muito mais…

O finado cantor americano de punk rock G.G. Allin já fez maluquice suficiente para escrevermos uma matéria inteira só sobre ele. Para resumir muito brevemente, vamos lembrar das mais marcantes. Cantar nu era praticamente o básico para ele. O diferencial era se auto flagelar com o microfone, batendo-o na cabeça e posicionando-o em alguns orifícios de seu corpo. Como se não bastasse, um dos pontos altos do espetáculo ocorria quando Allin defecava e atirava o produto no público, às vezes usando a boca como canhão. Num dia calmo ele agredia membros da platéia usando apenas as mãos. Não era recomendável ficar na primeira fila!


De Elvis Presley a Naldo: os artistas que transitaram entre pop e gospel
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Crédito: AP Photo/The Times, Langston McEachern

Crédito: AP Photo/The Times, Langston McEachern

Nem todo mundo sabe, mas os segmentos da música secular e religiosa andam de mãos dadas há muito tempo e com mais frequência do que se pode imaginar. Conheça artistas pop que se aventuraram pelo gospel!

Elvis Presley
O rei do rock cantava e dançava de forma provocante, sobre assuntos dos mais profanos e arrancando suspiros das moçoilas. O que surpreende é que ele tem seu lado religioso e já chegou até a gravar discos inteiros com música gospel, como “His Hand in Mine'' e “How Great Thou Art“.

Aretha Franklin
Outra voz eternizada na música popular que também já trilhou os caminhos da música religiosa é a diva Aretha Franklin, que tem álbuns como “Aretha Gospel'' e “One Lord, One Faith, One Baptism'' em sua fase gospel, destacando-se como um dos principais nomes do estilo.

B.B. King
O grande rei do blues também demonstrou sua devoção com músicas voltadas ao louvor como “Jesus Gave Me Water”, além do disco “B.B. King Sings Spirituals”, repleto de clássicos do gospel, lançado em 1960.

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Little Richard
No final da década de 50, muitos declararam que o rock estava morto. Todos os grandes ídolos do estilo haviam se afastado da música por motivos variados. Entre eles, Little Richard foi o primeiro roqueiro a se tornar pastor e largar a vida de excessos.

Raimundos
Uma das bandas de rock nacional com as letras mais afiadas, o som dos Raimundos faria qualquer um ficar constrangido com alguns dos versos mais ousados. O mais inacreditável de tudo é saber que o vocalista Rodolfo Abrantes deixou a vida de loucuras da banda para se tornar ministro evangélico e construir uma já sólida carreira no meio gospel.

Naldo
Após emplacar hits nacionais como “Amor de Chocolate”, “Caipifruta” e “Me Pega de Jeito”, quem diria que Naldo Benny iria se converter à música religiosa para cantar ao lado de grandes nomes do gospel brasileiro como Thalles Roberto?

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Ed Sheeran vem ao Brasil; entenda porque ele é o maior cantor pop de 2015
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Crédito: Sam Mircovich/Reuters

Crédito: Sam Mircovich/Reuters

O maior fenômeno do pop britânico atual pousou em terras tupiniquins para dois shows nos dias 28 e 29 de abril. Ed Sheeran está no Brasil e a Rádio UOL explica porque todos amam esse cantor ruivo.

Trilha sonora de novela
Ed Sheeran já teve um de seus sucessos, “Sing'', executado na trilha sonora da novela “Império'', desde o começo da trama. Além de ter conquistado a fama na terra da Rainha, Ed Sheeran já demonstrou sua relevância ao ter seu hit reproduzido incessantemente na novela das 9. Além disso, sua faixa “I See Fire'' estava presente na trilha do filme “Hobbit: A Desolação de Smaug'', de 2013.

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Treta com Noel Gallagher
Quem nunca foi xingado pelo roqueiro mais encrenqueiro do mundo? Noel Gallagher se dirigiu ofensivamente a ele uma entrevista à revista “NME''. O músico disse o seguinte: “Não consigo viver em um mundo em que Ed Sheeran encha um estádio como o Wembley''. Pobre moço! Isso mostra como ele já ganhou importância no cenário pop, apesar de ainda ser jovem e não ter uma carreira extensa, a ponto de incomodar grandes medalhões como o ex-integrante do Oasis.

Ele é um cantor solo
A indústria fonográfica viabiliza a carreira solo de cantoras e os fãs costumam aceitar essa ideia melhor do que a de um cantor sozinho. Raros são os casos bem sucedidos de cantores, como John Mayer e Sam Smith, que também estão bombando, sem ter participado de uma banda. Ponto para Ed Sheeran.

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Amigo do amigo do Harry Potter
Ed Sheeran é amigo de ninguém menos que o também ruivo Rupert Grint, que interpretou Ron Weasley nos filmes da saga Harry Potter. Mas não é só isso. Elton John é como um padrinho para o cantor, sempre liga para dar conselhos e o ajudar. Além disso, Paul McCartney já revelou ser fã de Ed Sheeran para ele. É pouca coisa?

Sucesso comercial
Com mais de 1,7 milhão de cópias apenas no Reino Unido, e seu segundo e mais recente álbum, “x'', ficou no topo das paradas americanas e britânicas na época do lançamento, no ano passado. Já nas Olimpíadas de 2012, Ed Sheeran foi escalado para tocar “Wish You Were Here'' ao lado de Nick Mason, baterista do Pink Floyd, e figurou em uma coletânea com outros nomes como David Bowie, George Michael, Bee Gees e Queen.

Crédito: Reprodução/Shitty Watercolour/Getty Images

Crédito: Reprodução/Shitty Watercolour/Getty Images

Ele é fofo
Mais um quesito que não diz respeito à qualidade musical, mas não pode ficar de fora. Não é por acaso que as garotas suspiram com o astro pop Ed Sheeran. Entre muitos outros atributos físicos, ele é extremamente fofo. Essa característica rendeu até uma homenagem por parte do artista Shitty Watercolour, que o desenhou como um bicho preguiça.

 

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Solidariedade
Ed Sheeran já levantou 40 mil libras em um show para ajudar garotas que estão na prostituição. “The A Team'', um de seus maiores sucessos, aborda exatamente esse tema. Uma tendência do pop contemporâneo é a de falar sobre temas delicados ou polêmicos com um viés positivo. Mais uma prova de sua relevância no cenário internacional é que ele fez parte do super grupo Band Aid 30 junto de Bono Vox, Sam Smith, Chris Martin, Rita Ora e One Direction. A união desses artistas arrecadou fundos para ajudar a combater o ebola.

Crédito: Gareth Cattermole/Getty Images

Crédito: Gareth Cattermole/Getty Images

Prêmios
Ed Sheeran venceu diversas premiações, levando estatuetas do Brit Awards, People's Choice Awards, Teen Choice Awards, entre outros. O cantor também foi indicado a 6 prêmios do Grammy entre 2013 e 2015. Nunca levou nenhum, mas quem sabe em 2016 ele não deixe de lado sua síndrome de Leonardo Di Caprio.

Composições
Quando o ruivo não está fazendo sucesso com seus discos ou se apresentando mundo afora, está compondo para outros grandes artistas. Entre os nomes que já gravaram faixas de sua autoria estão Taylor Swift, One Direction e Christina Aguilera.

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Está apenas no segundo disco
Tudo isso e Ed Sheeran tem apenas 24 anos e está em seu segundo disco. Os nomes de seus álbuns são bastante curiosos: “+'' e “x''. Qual será a próxima operação matemática a nomear seu trabalho?

 


Relembre hits do passado politicamente incorretos
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Capa do álbum "Some Girls", dos Rolling Stones

Capa do álbum “Some Girls'', dos Rolling Stones

Muitas músicas que fizeram sucesso no passado talvez não seriam tão bem aceitas hoje em dia por tratar de temas, digamos, delicados. Em muitos casos, as canções não chocaram a sociedade na época. Se por um lado, essas faixas não passariam pelo crivo das redes sociais, por outro isso significa que as pessoas estão ficando mais politizadas e sensíveis às causas das minorias. De Bezerra da Silva a Rolling Stones, relembre alguns dos hits mais politicamente incorretos de todos os tempos!

“Brown Sugar''
Os Rolling Stones causaram polêmica com “Brown Sugar''. O título da música, “açúcar mascavo'', na verdade é uma alusão às escravas negras trazidas da África para a América. Na música, isso ganha conotação sexual e com forte apelo, mas também um pouco racista e machista. Que coisa feia, Stones.

“Some Girls''
Em “Some Girls'', Mick Jagger e sua turma disse que italianas querem carros, americanas querem tudo que se possa imaginar e as negras só querem transar a noite toda. Não é preciso dizer que até mesmo quando foi lançada, a faixa causou bastante comoção.

O maluco beleza Raul Seixas. Crédito: Reprodução

O maluco beleza Raul Seixas. Crédito: Reprodução

“Rock das Aranhas''
O eterno Raul Seixas deixou em seu legado uma música com estrofes bastante duvidosas. Estaria ele de fato falando sobre animais peçonhentos como cobras e aranhas ou fazendo uma alegoria levemente homofóbica contra lésbicas? Fica a questão no ar.

“Mongoloid''
Não só pela palavra ofensiva, mas pelo tom pejorativo com que toda a música trata o personagem, “Mongoloid'', do Devo, é uma canção que talvez não fizesse tanto sucesso se fosse lançada atualmente. Não é politicamente correto falar desse jeito de pessoas com deficiência.

O cantor Gabriel O Pensador. Cassiano de Sousa/UOL

O cantor Gabriel O Pensador. Cassiano de Sousa/UOL

“Lôraburra''
Apesar de ter muitas letras bonitas e com mensagens positivas, Gabriel O Pensador pisou na bola ao reproduzir o estereótipo da loira burra nessa faixa. E ainda dedica a música às “mulheres de verdade''. Ponto negativo.

“Mulata''
Conhecida por muitos como “O Teu Cabelo Não Nega'', essa faixa não apenas tinha conteúdo racista em sua letra como também teve a melodia roubada dos autores originais, os Irmãos Valença, por Lamartine Babo, que tornou a música conhecida nacionalmente.

Capa do disco "Eu Não Sou Santo", de Bezerra da Silva

Capa do disco “Eu Não Sou Santo'', de Bezerra da Silva

Bezerra da Silva
Todo mundo sabe que Bezerra da Silva não é santo. O sambista mais malandro de todos os tempos é um capítulo à parte no que tange ao assunto de músicas politicamente incorretas. Canções como “Minha Sogra Parece Sapatão'' estão explícitas, mas há outras em que o conteúdo está na letra, como em “Quem Usa Antena É Televisão'', na qual ele conta a história de um homem traído que bateu na mulher apenas para “cobrar da nega a vacilação''.

“Bodies''
Os ícones do punk rock britânico compuseram uma letra que pregava contra o aborto contando uma história baseada em uma fã real da banda. Com frases pesadas e imagens fortes descritas, a faixa dos Sex Pistols não se sairia muito bem se fosse lançada hoje.

O quarteto de Liverpool. Crédito: Reprodução

O quarteto de Liverpool. Crédito: Reprodução

“Get Back''
Quando “Get Back'' ainda não estava totalmente pronta, os Beatles a tocavam com uma letra diferente da definitiva, que criticava os imigrantes paquistaneses na Inglaterra. A xenofobia acabou se tornando uma dor de cotovelo de Paul McCartney contra Yoko Ono segundo as lendas.

Ramones
Também não são poucas as canções controversas dos Ramones. Para citar dois exemplos, “Today Your Love, Tomorrow the World'' é uma faixa dos Ramones que fala sobre nazismo de uma maneira, digamos, não muito crítica e que geraria muita polêmica hoje. “53rd and 3rd'' conta uma história – em parte, autobiográfica – de um garoto de programa que matou um cliente para provar que não era gay.

“Mulheres Vulgares''
Os Racionais MC's são amplamente criticados hoje em dia pelo retrato que pintam das mulheres nessa canção. Dá para ver pelo título que seria complicado lançar essa faixa nos dias de hoje. Os próprios Racionais já fizeram outras músicas mais recentes com visões bem mais progressistas nesse sentido.

E você, leitor? De quais outras músicas politicamente incorretas você lembra?

 


Conheça os bateristas mais exuberantes da história da música
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Crédito: Rodrigo Capote/UOL

Crédito: Rodrigo Capote/UOL

O baterista do Slipknot Joey Jordison está completando 40 anos nesse domingo (26). Conhecido por suas apresentações insanas com uma bateria que gira, ele estará no Rock In Rio 2015 para enlouquecer os fãs novamente com seus movimentos performáticos. Relembre outros bateristas exuberantes da história da música!

Buddy Rich
Uma espécie de divindade da bateria, Buddy Rich introduziu muitos dos elementos que se tornariam comuns aos manipuladores de baquetas. Listado como o melhor baterista de todos os tempos, o jazzista autodidata e gênio já tocou com Ella Fitzgerald, Louis Armstrong e Benny Carter, sendo um dos grandes pioneiros nos solos de bateria e praticamente uma unanimidade no mundo da música.

Ringo Starr
“John era a alma dos Beatles, Harrison era o espírito, Paul era o coração e Ringo era o baterista”. Contestado por muitos fãs de Beatles, Ringo Starr pode não ter sido o melhor baterista nem mesmo dentro dos Beatles, mas influenciou toda uma geração de músicos pela energia e maneira com que segurava as baquetas. Não é por acaso que no final de “Helter Skelter” é possível ouví-lo reclamando de dor nos dedos.

Crédito: Reprodução

Crédito: Reprodução

Keith Moon
Quando a formação clássica do The Who foi concretizada, em 1964, com a chegada de Keith Moon, a banda percebeu todo o potencial que tinha em seu baterista. Tanto é que os principais hits do Who foram construídos em torno das linhas agressivas e enérgicas da bateria de Moon.

Ginger Baker
Um dos primeiros supergrupos da história do rock foi o Cream, e tinha ninguém menos que Ginger Baker comandando as baquetas. Também tocou bateria com a Graham Bond Organization, Blind Faith, Hawkwind, entre outros grupos. Desbocado, já falou mal de músicos que aparecem nessa lista, mas tem sua influência no rock atestada por nomes como Eric Clapton e Bill Ward, baterista do Black Sabbath.

Ian Paice
A ideia de uma banda em que os músicos se alternassem em uma grande jam em volta de um baterista deu origem ao Roundabout. A banda nunca chegou a sair do papel, mas evoluiu para o Deep Purple, que manteve esse espírito de solos imensos e virtuosos até hoje, o que se reflete nos shows e nos discos clássicos da formação mais conhecida. O curioso é que o único integrante que passou por todas as fases do Deep Purple, desde 1968 até atualmente, é o baterista Ian Paice.

John Bonham
Um dos maiores clichês do rock é dizer que o Led Zeppelin é mais do que a soma de suas partes. Talvez seja, mas essa soma se desfez com a morte de John Bonham, o que demonstra a importância irrefutável do baterista que foi autor de solos memoráveis em peças como “Moby Dick”, tendo apresentações épicas ao vivo. A faixa “Four Sticks” ganhou esse nome pois Bonham tocou com quatro baquetas durante a gravação. No entanto, em alguns shows, ele abandonava as baquetas durante seus solos e batucava com as próprias mãos, levando a plateia ao delírio. Uma canção nunca tocada ao vivo que merece atenção por parte da bateria é “Fool in the Rain”, inspirada na percussão latina. Lançada após sua morte, “Bonzo’s Montreux” é uma pequena amostra de como a bateria pode conduzir uma música com maestria.

Crédito: Marcelo Justo/Folhapress

Crédito: Marcelo Justo/Folhapress

Neil Peart
Responsável por trazer a técnica de bateristas de big bands de jazz como Buddy Rich e Gene Krupa, aliada à emoção que está na essência do rock, o canadense Neil Peart, do Rush, é um dos maiores bateristas da história, além de escritor, e por isso a literatura é tema recorrente nas letras do Rush. O set de percussão de Peart é impressionante, tornando-o um dos principais atrativos das apresentações ao vivo do Rush.

Cozy Powell
Um dos grandes nomes do heavy metal, Cozy Powell tocou uma lista considerável de medalhões do rock. O baterista emprestou sua proficiência nas baquetas para Jeff Beck, Yngwie Malmsteem, Robert Plant, Brian May, Peter Green e Roger Daltrey, além de ter feito parte de grupos de renome como Rainbow, Black Sabbath, Whitesnake e substituir ninguém menos que Carl Palmer no supergrupo Emerson, Lake and Palmer – que virou Emerson, Lake and Powell com ele.

Lars Ulrich
Apenas um anúncio de jornal, um encontro bem sucedido e a história estava pronta para ser feita: se formava a partir do baterista Lars Ulrich o Metallica, a maior banda de thrash metal do mundo. Apesar de toda a influência, Lars nunca foi conhecido pela sua habilidade e mesmo após o sucesso continuou fazendo aulas de bateria. No entanto, ele foi um dos pioneiros da percussão acelerada e potente que dominaria o metal a partir de então.

Crédito: Getty Images

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Mike Portnoy
O homem das baquetas no Dream Theater já foi eleito, em uma votação popular de 2012 organizada por uma revista sobre bateria, o melhor do mundo no instrumento. Mike Portnoy  também tocou no supergrupo Adrenaline Mob e carrega a fama de um dos grandes nomes contemporâneos.


Monstros do rock: veja quem são os roqueiros mais feios de todos os tempos
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O festival Monsters of Rock está batendo na porta, então para celebrar os shows que acontecem em São Paulo nos dias 25 e 26 de abril, a Rádio UOL relembra os “monstros do rock'': confira os roqueiros mais feios de todos os tempos!

Crédito: Getty Images

Crédito: Getty Images

Marilyn Manson
Faz parte do personagem que ele encarna, mas que é feio, é. Marilyn Manson não é apenas um músico, é um conceito, uma ideia. Mas a beleza não está contida nessa ideia.

Crédito: Manuela Scarpa, Marcos Ribas e Amauri Nehn/Photo Rio News

Crédito: Manuela Scarpa, Marcos Ribas e Amauri Nehn/Photo Rio News

Iggy Pop
O lendário frontman dos Stooges não foi muito beneficiado pela passagem do tempo. Quatro décadas após influenciar a geração de ouro do punk dos anos 70, Iggy Pop continua se apresentando descamisado, mas sem o mesmo charme de outrora.

Crédito: Nancy Ostertag / Stringer / Getty Images

Crédito: Nancy Ostertag / Stringer / Getty Images

Fat Mike
O baixista e vocalist do NOFX conhecido como Fat Mike faz jus ao apelido e também costuma pintar o cabelo de cores bastante chamativas como verde, azul e laranja. Mas mesmo assim, entra na lista.

Crédito: Beto Barata/UOL

Crédito: Beto Barata/UOL

João Gordo
Nada contra os mais cheinhos, mas assim como Fat Mike, João Gordo, da banda de punk rock Ratos de Porão também assume essa condição no apelido e emplaca o Brasil na lista dos monstros do rock.

GG Allin
Outro ícone do punk rock, GG Allin já não era lá muito bonito e ainda costumava fazer bizarrices imundas no palco que o deixavam pior ainda. Desde arrebentar o próprio rosto com o microfone até defecar em pleno show, é difícil enumerar as maluquices dele.

Crédito: Fernando Maia/UOL

Crédito: Fernando Maia/UOL

Serguei
Mais um representante nacional entre os roqueiros mais feios de todos os tempos, Serguei se orgulha de já ter conhecido (não apenas isso) a musa Janis Joplin. E uma árvore.

Crédito: Divulgação

Crédito: Divulgação

Steven Tyler
O vocalista do Aerostmith é quase uma versão estrangeira com grife de Serguei. Apesar da feiura de Steven Tyler, ele sempre foi um galã no mundo da música.

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Gene Simmons
Algumas listas apontam Gene Simmons como o roqueiro que mais conquistou mulheres em todos os tempos, com números exorbitantes alegados pelo baixista linguarudo. Se isso for verdade, as fãs do Kiss tinham um péssimo gosto.

Crédito: AP

Crédito: AP

Mick Jagger
O tempo foi cruel com o lendário frontman dos Rolling Stones. Não apenas com ele, já que o guitarrista Keith Richards – também conhecido como pai do Capitão Jack Sparrow – é outro exemplo de que os anos passam.

Crédito: Jim Bourg/Reuters

Crédito: Jim Bourg/Reuters

Johnny Rotten
Ex-vocalista dos Sex Pistols, John Lydon ou Johnny Rotten sobreviveu ao punk rock mas isso não significa que ele não seja um dos roqueiros mais feios de todos os tempos. Já que estamos falando dele, devemos uma menção honrosa ao Joey Ramone por sua falta de beleza.


Marquynhos Sensação faz shows em São Paulo
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Marquynhos Sensação é uma das grandes referências do samba, considerado por muitos um grande nome da atualidade, que conta em suas influências o sertanejo e a MPB, além do próprio samba.

Ele fará duas apresentações neste fim de semana em São Paulo. A Favela da Vila o recebe no sábado (25), a partir das 13h, com ingressos a R$30 para homens e R$20 para mulheres, na Rua Mourato Coelho, 1272.

Já o famoso Encontro dos Amigos no Samba do Maria Zélia recebe Marquynhos Sensação com seu repertório cheio de clássicos a partir das 14h30, no próximo domingo (26), na Rua Juvenal Gomes Coimbra, 100.

 


Conheça 10 artistas que morreram aos 27 anos
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Crédito: Reprodução

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Uma das lendas mais soturnas em torno da música pop é o chamado “clube dos 27″. A origem do mito é a quantidade impressionante de artistas de grande porte que morreram aos 27 anos.

Por que motivo tantas lendas se foram com a mesma idade? Seria um número cabalístico? Conheça 10 casos célebres, ouça as músicas de cada um e deixe sua opinião nos comentários.

Robert Johnson
Muito antes do frenesi de sexo, drogas e rock ‘n’ roll dominar o mundo da música, Robert Johnson, que já era um grande pioneiro do blues do Mississipi, tornou-se também um dos pioneiros do clube, quando morreu aos 27 anos, em 1938.

Brian Jones
Membro fundador dos Rolling Stones, o guitarrista Brian Jones ajudou a elevar a banda ao topo do mundo, mas faleceu ao se afogar na piscina de casa. Jimi Hendrix dedicou uma música para ele e Jim Morrison escreveu um poema em sua homenagem. Ambos morreram aos 27 anos, assim como Jones.

Jimi Hendrix
Um dos pioneiros em diversas técnicas da guitarra elétrica, o americano Jimi Hendrix ganhou o mundo ao ir para a Inglaterra, onde conquistou uma legião de fãs com seu rock psicodélico e agressivo e tornou-se o músico de rock mais bem pago do mundo em 1969. Não pôde aproveitar o auge de sua carreira, pois morreu no ano seguinte.

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Janis Joplin
Apenas 16 dias após a morte de Jimi Hendrix, o mundo da música sofreu um novo baque e outro ícone dos anos 60 morreu aos 27 anos. Janis Joplin era tida por muitos como a maior voz feminina do rock, blues e soul da época, e é reverenciada até hoje apesar de sua curta discografia.

Jim Morrison
Outra morte polêmica e envolta por teorias conspiratórias é a do frontman da banda de blues rock psicodélico The Doors. Jim Morrison faleceu na banheira do apartamento onde morava com Pamela Courson após um ataque cardíaco. A decisão da polícia de não realizar autópsia acabou gerando controvérsias e versões alternativas para a história que circulam até hoje.

Ron McKernan
A idade fatídica dos roqueiros também alcançou Pigpen, como era conhecido o tecladista do Grateful Dead Ron McKernan. Ele morreu em 1972 em decorrência de uma hemorragia interna.

Dave Alexander
Outro astro do rock que faleceu com os famigerados 27 anos foi Dave Alexander, o baixista original dos Stooges, o grupo que, junto do ícone Iggy Pop, influenciou diretamente a criação do punk rock nos anos 70.

Pete Ham
Há exatos 40 anos, o guitarrista do Badfinger falecia. Pete Ham se suicidou com apenas 27 anos.

Crédito: Reprodução

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Kurt Cobain
Duas décadas atrás, o Nirvana, banda que levou o grunge do undergroud de Seattle para as paradas de sucesso do mundo inteiro, acabou após a morte de seu vocalista, líder e guitarrista Kurt Cobain, que se suicidou.

Amy Winehouse
A última grande artista a entrar para o clube dos 27 foi Amy Winehouse. A polêmica cantora que conquistou o mundo por ser uma branca de alma negra com voz rara faleceu em 2011, não sem antes deixar sua marca como um dos grandes nomes do r&b e soul atual.

André Cáceres
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As parcerias mais bizarras do sertanejo
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ronaldinho

O sertanejo é o ritmo que vem dominando as paradas de sucesso nos últimos anos, e a quantidade de parcerias entre artistas sertanejos e de outros gêneros só aumenta com o passar do tempo.

João Lucas & Marcelo feat Dennis DJ – “Musa”

Em parceria com o Dennis DJ, a dupla João Lucas & Marcelo lançou recentemente a faixa “Musa”, que é praticamente uma mistura de música eletrônica com sertanejo. Essa não é a primeira vez que a dupla recebeu ajuda de alguém inesperado em uma canção.

João Lucas & Marcelo feat Ronaldinho Gaúcho

João Lucas & Marcelo fizeram uma parceria muito inusitada com ninguém menos que o craque Ronaldinho Gaúcho em “Joga o Copo Pro Alto (Vamos Beber)”. Também mesclada com elementos eletrônicos, a música traz características do funk e até do rap, e é imperdível pela parte em que Ronaldinho canta.

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Zezé Di Camargo & Luciano feat. Mc Guimê

Os já consagrados Zezé Di Camargo & Luciano se reinventaram e reciclaram um de seus mais recentes singles, “Flores Em Vida”, com uma versão bastante diferente em que Mc Guimê faz uma participação especial.

Chitãozinho & Xororó feat. Fresno

Os veteranos do sertanejo Chitãozinho & Xororó recentemente fizeram uma releitura de clássicos de Tom Jobim, mas há algo ainda mais incomum na carreira da dupla: uma parceria com a banda Fresno.

Michel Teló feat. Prince Royce

Após abalar as estruturas com o hit memorável “Ai Se Eu Te Pego”, Michel Teló passou algum tempo resgatando artistas clássicos em documentários sertanejos e voltou com tudo em uma parceria internacional com o astro Prince Royce.

Luan Santana feat. Enrique Iglesias

O sucesso “Bailando” de Enrique Iglesias recebeu várias versões. Em uma delas, o galã do pop latino fez parceria com o também galã sertanejo Luan Santana. O estranho é que o clipe nunca mostra os dois juntos.