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Conheça as guitarras mais lendárias de todos os tempos!
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Se alguns guitarristas se tornam ícones do rock ‘n’ roll, seu equipamento também se transforma em objeto sagrado para os fãs. Existem algumas guitarras, no entanto, que ganharam mais status do que outras ao passar de uma lenda do rock para outra. Confira as guitarras mais lendárias de todos os tempos!

“Lucy” era o apelido da Les Paul vermelha usada por George Harrison no clipe de “Revolution”, que foi passada adiante para ninguém menos que seu amigo Eric Clapton. O slowhand usou esse mesmo instrumento para tocar a versão de estúdio de “While My Guitar Gently Sleeps” com os Beatles.

A guitarra “número 1” de Jimmy Page, uma Les Paul Standard que foi amplamente utilizada durante o início dos anos 1970 no Led Zeppelin. Era com ela que Page tocava “Dazed And Confused” e fazia sua apresentação com o arco de violino. Ele comprou essa beleza de Joe Walsh, guitarrista dos Eagles.

Mais uma Gibson Les Paul Standard que entrou para a história foi a laranja rajada que pertencia a Joe Perry, do Aerosmith, e foi vendida ao icônico cabeludo de cartola Slash, do Guns N’ Roses. Assim como Keith Richards, dos Rolling Stones e pai de Jack Sparrow nos cinemas, transmitiu sua guitarra do mesmo modelo para Bernie Marsden, do Whitesnake.

A mesma Les Paul já teve três donos ilustres, passando de Peter Green, do Fleetwood Mac, para Gary Moore, do Thin Lizzy, e indo parar finalmente com Kirk Hammet, do Metallica.

Mas talvez a mais lendária de todas tenha sido a Fender Stratocaster usada por Jimi Hendrix no Miami Pop Festival de 1968 e incendiou, literalmente, a guitarra. Algum tempo depois, Frank Zappa recebeu os restos do equipamento, conseguiu que consertassem e a usou no disco “Zoot Allures”, de 1976.


Confira single de tributo aos Raimundos
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Uma das maiores bandas do rock nacional, os Raimundos completaram 20 anos do disco de estreia em 2014, e para celebrar todo o legado desse nome de peso do cenário roqueiro no Brasil, várias bandas se uniram para tocar versões para faixas deles.

O tributo “Raimundos 20 Anos – Eu Quero É Rock!'' traz Móveis Coloniais de Acaju, Diogo Soares, vocalista do Los Porongas, Vanguart, Rollbando e muitos outros para homenagear o grupo que revolucionou o rock nacional.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “SELIM'' NA VERSÃO DE DANIEL GROOVE

O single do álbum é “Selim'', interpretado por Daniel Groove, e já está disponível para audição na Rádio UOL! O disco será lançado no dia 2 de março para download gratuito. O disco “Raimundos'', de 1994, foi eleito o melhor álbum da década pela revista Bizz.

Clique aqui para conhecer melhor o projeto e aqui para ouvir no Soundcloud.

Confira a lista de faixas e intérpretes:

  1. Puteiro em João Pessoa – Diogo Soares (Los Porongas) + Kali
  2. Palhas do Coqueiro – Móveis Coloniais de Acaju feat Evandro Vieira
  3. MM's – Zimmer & a Euthanásia
  4. Minha Cunhada – Capim Maluco
  5. Rapante – Single Parents
  6. Carro Forte – Do Amor
  7. Nêga Jurema – Vanguart
  8. Deixei de Fumar Cana Caiana – Lemoskine
  9. Cajueiro Rio das Pedras – Felipe Cordeiro
  10. Bê a Bá – Rollbando
  11. Bicharada – Floreosso
  12. Marujo – Nevilton
  13. Cintura Fina – The Baggios
  14. Selim – Daniel Groove
  15. Selim (acústico) – Juliano Gauche

A produção executiva e a curadoria do projeto é assinada por Bruno Dias e Tiago Agostini.


Paula Toller lança disco novo; relembre outras eternas jovens da música!
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paula toller

A musa do pop brasileiro Paula Toller está prestes a lançar mais um disco. Após o sucesso nacional com o Kid Abelha durante os anos 80, a cantora se lançou em carreira solo em 1998, e agora lançou o terceiro álbum de estúdio dessa nova fase.

Em “Transbordada”, ela mostra que ainda está inteira e tem muito combustível para queimar e nos faz lembrar de outras artistas que se mantém atuais, com sucesso e “divando” mesmo não tendo mais os vinte aninhos de outrora.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “TRANSBORDADA''

Passados o Carnaval e as comemorações de 30 anos do axé, é impossível não lembrar de cara da musa da música baiana. Não estamos falando de Claudinha nem Ivete, mas sim da eterna Daniela Mercury, que mesmo após os 50 continua arrastando multidões atrás de seu trio elétrico e parece ter mais pique do que nunca para levantar o público.

OUÇA O MELHOR DE DANIELA MERCURY

Outro nome que permanece sempre nos ouvidos de todos é Marina Lima, dona de sucessos incomensuráveis desde a década de 1980. Mesmo chegando aos 60 nesse ano, ela continua com a forma de antes e é mais uma estrela desse time.

CURTA OS SUCESSOS DE MARINA LIMA

Fernanda Abreu é mais uma cantora que além de linda, continua cantando e encantando. Ex-vocalista da Blitz e responsável por hits como “Rio 40 Graus”, que projetou sua carreira solo em nível nacional.

RELEMBRE A BLITZ COM A RÁDIO UOL

Além de cantora, Elba Ramalho também e atriz, e continua relevante no cenário musical brasileiro desde que começou a carreira, ainda nos anos 60. Sim, isso mesmo! Ela ainda está muito enxuta e ativa.

ESCUTE OS GRANDES HITS DE ELBA RAMALHO

Wanderlea é dos tempos da Jovem Guarda, começou sua carreira no ano em que os Beatles lançaram seu primeiro disco, e mesmo assim continua bonita e agitando os palcos por onde passa. Para se ter uma ideia, só a sua carreira já tem mais de 50 anos!

CLIQUE AQUI PARA CURTIR O SOM DA JOVEM GUARDA


Orquestra ajuda crianças carentes a seguir carreira na música há 16 anos
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Orquestra Instituto GPA de Osasco

Desde que foi fundado, em 1998, o Instituto GPA já beneficiou milhares de pessoas, e uma das formas que a instituição encontrou para colaborar com o desenvolvimento da sociedade foi por meio de sua orquestra. Com o maestro Daniel Misiuk e a professora Renata Jaffé desde o começo, a orquestra já acumula muitos casos de superação.

“Não tem preço, é muito bacana. Cada aluno que dá certo, para nós é como se fosse um filho nosso que entra na faculdade”, afirma a diretora executiva Daryalva Bacellar em entrevista ao UOL. “Temos muitas histórias de sucesso dentro e fora do Brasil”, comemora ela, contando sobre os jovens que, graças à orquestra do Instituto GPA puderam estudar no exterior.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O CD DA ORQUESTRA INSTITUTO GPA NA RÁDIO UOL

“Temos casos de jovens que fizeram mestrado e estão dando aula nos Estados Unidos, de alunos que estão estudando na Alemanha”, lista ela, compilando essas histórias à do contrabaixista que ganhou uma bolsa para morar e estudar na Inglaterra e do primeiro aluno brasileiro a ganhar uma bolsa na Berklee College of Music.

“É um orgulho enorme para nós. Imagine o que é a mudança na vida desses meninos, ainda mais com essas condições sociais”, conta ela, com um tom quase maternal. As crianças podem se inscrever para a orquestra até dia 12 de fevereiro, e o instituto abre inscrições semestralmente.

O site do Instituto GPA tem mais informações sobre a orquestra e o projeto.

André Cáceres
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Músico lança versão country de “All About That Bass” após perder aposta
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Bob Wayne – “All About That Bass''

Bob Wayne e sua banda, os Outlaw Carnies, são verdadeiros rednecks do sul dos Estados Unidos que fazem um som conhecido como outlaw contry, ou country fora da lei, em tradução literal.

Já Meghan Trainor é a nova sensação do pop internacional, que chegou ao topo das paradas de sucesso com uma canção sobre as moças gordinhas e está fazendo a cabeça do mundo todo. Você sabe o que eles têm em comum?

O fora da lei Bob Wayne gravou um inesperado cover em versão country de “All About That Bass”, o maior hit de Meghan Trainor. O motivo? O músico afirma ter perdido uma aposta e essa foi a pena que ele teve de pagar aos amigos.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “ALL ABOUT THAT BASS'' DE BOB WAYNE

O clipe bem humorado mostra Bob Wayne entrando na casa de um conhecido enquanto ele treina tiro ao alvo atirando em objetos sobre a cabeça de um amigo. O cantor é desafiado a acertar uma maçã e, se errar, teria de gravar a música que lhe for pedida. Resultado: ele atira no coração do rapaz e começa a cantar o refrão grudento de “All About That Bass”.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O MELHOR DE MEGHAN TRAINOR

Segundo Wayne, a aposta real não envolveu tiros em ninguém, e o clipe foi apenas uma encenação inventada. Mas ele perdeu uma aposta de verdade e se comprometeu a gravar a música. Ouça a versão outlaw country de “All About That Bass” e tire suas conclusões!


Vai assistir “Cinquenta Tons de Cinza”? Ouça nossas playlists picantes!
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Cena do filme "Cinquenta Tons de Cinza"

Cena do filme “Cinquenta Tons de Cinza''

O filme “Cinquenta Tons de Cinza'', baseado no romance homônimo de E.L. James, é um dos maiores sucessos da história do cinema, tendo a maior estreia de todos os tempos do mês de fevereiro no mundo. Se você já assistiu ou ainda vai assistir ao longa, precisa ouvir as playlists mais picantes da Rádio UOL para se preparar!

Entre no clima sensual do filme com a nossa playlist “Para Ouvir a Dois“, que tem as melhores músicas para escutar com a amada ou o amado, em qualquer tipo de situação.

A playlist “Sexo“, com músicas escolhidas pela colunista da revista VIP, vocalista da banda Brollies & Apples, filósofa e escritora Carol Teixeira, é perfeita para os momentos de intimidade a dois.

Depois de assistir a “Cinquenta Tons de Cinza'' e repetir todas as manobras – ou não – com seu parceiro ou parceira, ouça a playlist “Depois do Sexo“, que traz músicas excelentes para esses momentos relaxantes que sucedem o prazer.

Não gosta de coisas tão picantes assim? É mais conservador e tímido? Não tem problema! Os casais mais românticos vão se deliciar com a playlist “O Amor É Lindo“, com os maiores sucessos românticos de todos os tempos.


Shows agitam o cenário musical de São Paulo após o Carnaval
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periclesOs fãs de pagode não vão poder reclamar das próximas semanas, pois os maiores nomes do gênero vão se apresentar em São Paulo. Confira um roteiro de shows para acompanhar essa ocasião:

No dia , sexta-feira, Éder Miguel, ex-integrante do grupo Doce Encontro, destila sua voz privilegiada em seu show solo, que traz os hits da carreira, desde quando fazia parte do conjunto, até hoje. Os convidados da noite são da banda Luxúria, que vai abrir o espetáculo.

Quando: sexta, 27 de fevereiro, às 23h
Onde: Rua Cardeal Arcoverde, 2899
Quanto: R$30 antecipado, R$40 na porta

Já em março, é a vez do Grupo Revelação subir ao palco do Carioca Club de Pinheiros para apresentar os maiores sucessos da carreira do conjunto que revolucionou o pagode. Quem abre a noite são os grupos Introdução e Recomeço.

Quando: sexta, 6 de março, às 23h
Onde: Rua Cardeal Arcoverde, 2899
Quanto: R$30 antecipado, R$40 na porta

O ex-integrante do Exaltasamba Péricles está comemorando o terceiro ano em carreira solo e volta ao Carioca Club para interpretar as canções de sua nova fase, do grupo e de outros grandes nomes que o influenciaram, como Soweto.

Quando: sexta, 20 de março, às 23h
Onde: Rua Cardeal Arcoverde, 2899
Quanto: R$30 antecipado, R$50 na porta

Ex-membros de grupos consagrados como Katinguelê, Exaltasamba e Art Popular se uniram para formar o espetáculo Pagode 90, que traz os maiores hits dessa época de ouro do pagode. É claro que eles não poderiam deixar de fora uma das casas de shows mais tradicionais do gênero.

Quando: sexta, 27 de março, às 23h
Onde: Rua Cardeal Arcoverde, 2899
Quanto: R$25 antecipado, R$40 na porta


Produtor de clipe de funk estuda música erudita
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O sucesso da faixa “Boquinha”, do funkeiro MC Biel, se deve em grande parte à produção do clipe, cujo responsável é Rodrigo Rossi, da Glow Produções. O vídeo já alcançou mais de 1 milhão de visualizações, e ganha cerca de 100 mil novas visitas por dia. “Eles chegaram em mim com uma missão: fazer um clipe diferente de tudo o que já foi visto no funk”, lembra o produtor em entrevista ao UOL.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “BOQUINHA'', DE MC BIEL

A ideia principal veio do próprio MC Biel, mas quem desenvolveu o roteiro foi Rodrigo, que admite: “Foi uma mistura de “Thriller” com “The Walking Dead””. Apesar do sucesso com os clipes de funk, ele já gravou sertanejo, rock, metal, MPB, eletrônica, rap e todo tipo de música, e sua bagagem é muito variada. “No meu carro toca de tudo, desde Katy Perry até Slayer, passando por David Guetta”, conta o produtor.

Além disso, Rodrigo estuda música erudita na Universidade de Campinas, e se dedica também à produção musical, à composição e à fotografia. “Todo mundo que produz clipes deveria estudar música também”, ele acredita. Dessa forma ele adquire uma base artística aliada aos conhecimentos técnicos que possui. “O começo da música foi na erudita, então é interessante estudar a raiz de tudo”, completa.

Improviso do produtor Rodrigo Rossi nos estúdios Glow

Rodrigo trabalhou como barman durante 6 meses para juntar dinheiro e comprar os equipamentos de produção. Daí estudou em um cursinho e entrou para a faculdade de música. Ele lembra também que cobrou apenas R$500 pelo primeiro clipe que gravou, com uma câmera simples, e o vídeo rendeu meio milhão de visualizações em duas semanas. Agora ele está animado pelo sucesso de “Boquinha”, do MC Biel, e pensa em seguir na carreira de produção, mas também se dedicar às composições próprias.

André Cáceres
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Após 35 anos sem Bon Scott, conheça sua vida de rock, decadência e excessos
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bon scott

O AC/DC é uma das bandas mais icônicas e influentes da história do rock, e grande parte de seu status se deve ao frontman Bon Scott, que morreu há 35 anos e deixou um enorme legado como um dos grandes vocalistas do gênero.

Nos cinco anos em que ele esteve cantando com o AC/DC, lançou cinco discos internacionais, levando o som do grupo para os palcos do mundo inteiro e quebrando a barreira da Austrália. Apesar de ser um dos expoentes da geração “sexo, drogas e rock’n’ roll”, e um dos maiores mitos da música, ele não era o tipo de rockstar intocável que se vê por aí.

Scott atendia aos fãs com toda a humildade possível e até bebia ao lado deles depois de alguns shows. Isso não significa, no entanto, que ele não tenha sido um dos maiores encrenqueiros do rock. Bon se tornou baterista e sua primeira banda, aos 16 anos, foi o The Spektors. Desde essa época ele já era um verdadeiro maluco. Nessa idade já tinha a ficha suja por roubar um galão de petróleo, mexer com garotas e fornecer identidade falsa à polícia. Ele até chegou a cumprir pena em uma espécie de reformatório para adolescentes.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O MELHOR DO AC/DC NA RÁDIO UOL

Em 1966, enquanto a beatlemania rolava solta no Reino Unido, Bon Scott criou os Valentines, junto de Vince Lovegrove, que viria a ser jornalista musical e empresário dos Divinyls. Então veio o primeiro hit dele: “My Old Man’s a Groovy Old Man”, com uma sonoridade irreconhecivelmente pop para o que Scott ainda haveria de fazer em sua carreira.

A banda não decolou, acabando apenas quatro anos depois, mas chamou a atenção de George Young, irmão mais velho de Malcolm e Angus Young. Mas antes do AC/DC ainda haveria o Fraternity, com um som mais pesado e puxado para o hard rock e o rock progressivo, que dominavam as paradas da época.

O grupo chegou a lançar dois álbuns e tocar na terra da rainha, mas o máximo de destaque que veio foi abrir shows do Black Sabbath e do Geordie, a banda de Brian Johnson. Sim, Bon Scott abriu para quem o sucedeu após sua morte no AC/DC.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O MELHOR DO GEORDIE NA RÁDIO UOL

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O Fraternity acabou em 1973, mas o vocalista ainda formou outra banda, o Mount Lofty Rangers. Porém devido a um acidente de moto que o deixou em coma por alguns dias, ele saiu do grupo. Sua próxima investida na música seria como motorista da van de uma certa banda australiana: o AC/DC.

Na época, o som deles estava puxado para um glam rock que não era a ideia inicial dos irmãos Young. Bon Scott queria tocar bateria com o grupo, mas acabou substituindo Dave Evans nos vocais e, em fevereiro de 1975, o disco de estreia do AC/DC, “High Voltage”, estava sendo lançado na Austrália, com a cara que nós conhecemos.

Ainda no começo de sua carreira com o AC/DC, Bon Scott quase foi demitido da banda após uma overdose de heroína que levantou suspeitas sobre o quão confiável ele seria como frontman, afinal ligar a imagem do grupo a esse episódio podia não ser uma boa ideia. O talento do músico, no entanto, garantiu sua vaga à frente do que seria uma das maiores instituições da música.

Nos cinco anos seguintes, Bon Scott viveu com o estilo de um verdadeiro astro do rock. Bebedeiras, groupies, shows lendários e muitas histórias para contar. E era isso que ele fazia: contava as histórias em suas letras. “Whole Lotta Rosie” é discutida até hoje pelos fãs, mas reza a lenda que foi escrita sobre uma fã tasmaniana que dormiu com ele e tinha alguns quilinhos a mais e até hoje muita gente da Tasmânia ainda procura pela tal Rosie que, segundo Scott, era um bocado de mulher.

Outra história presente em sua mitologia é a de quando Scott foi a uma maternidade para visitar duas mulheres. Ambas haviam dado à luz um bebê que teve com ele, mas nenhuma delas sabia da existência da outra, e provavelmente não sabem até hoje. Quanto ao paradeiro dos filhos, é mais um mistério.

Até mesmo sua morte é polêmica e contraditória. Oficialmente, Bon Scott faleceu devido a uma bebedeira da qual nunca acordou, mas muitas fontes extra-oficiais ligadas à banda afirmam que ele morreu por causa de heroína. Talvez nunca saibamos qual é a versão real da história. Mas a verdade é que 19 de fevereiro de 1980 foi um dos dias mais tristes da história do rock.

André Cáceres
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Lenda do rap Dr. Dre faz 50 anos com 650 milhões de dólares no banco
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Rap Artist Dr. Dre

Um dos maiores nomes da história do hip-hop, Andre Young completa 50 anos nesta quarta (18). Responsável por uma invejável lista de clássicos do estilo, o produtor conhecido como Dr. Dre foi crucial para o sucesso de gigantes como Snoop Dogg, 2 Pac, 50 Cent e Eminem.

Além das altas vendagens e posições nas paradas, Dre ajudou a revolucionar o estilo do rap várias vezes no decorrer da carreira. Primeiro, foi um dos inventores do estilo gangsta, quando fez parte do grupo N.W.A., que abalou a sociedade americana com suas letras repletas de violência e sexo amparadas por batidas rápidas e bases agressivas.

OUÇA O MELHOR DE DR. DRE NA RÁDIO UOL

Depois, no início da década de 90, deu um giro estético ajudando a criar e popularizar o G-Funk. Associado ao selo Death Row, que fundou em 1991, o estilo mais lento e suingado, marcado pelos sintetizadores e linhas de baixo inspirados na década de 70 se tornou sinônimo do hip-hop californiano.

O maior expoente do gênero, Snoop Dogg, teve sua carreira alavancada pelas produções de Dre a partir do primeiro álbum “Doggystyle''. Outra lenda, Tupac Shakur, teve ajuda do produtor em seu maior sucesso, “California Love'', de 1995.

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Não contente, Dr. Dre também foi crucial na explosão de dois dos maiores nomes da década seguinte: Eminem – que sob sua tutela se tornou nada menos do que o rapper mais bem sucedido comercialmente de todos os tempos – e 50 Cent, que também se tornou um dos maiores nomes do rap após tomar 9 tiros por ter trocado o tráfico de drogas pela carreira musical.

Ainda que numa velocidade menor, a carreira de Dre continua indo muito bem. Em 2010, ganhou o Grammy de melhor álbum de rap com “Relapse'' de Eminem e nos anos seguintes produziu sucessos de 50 Cent e Alicia Keys.

OUÇA O MELHOR DO RAP NA RÁDIO UOL

Podemos esperar mais um grande sucesso nos próximos anos ou Andre Young já está satisfeito com os $650 milhões  de dólares (R$1.840.000.000) que faturou em quase 30 anos de carreira.

Se estes números não são suficientes para impressionar o leitor, saibam que em 2014, a Beats, sua linha de headphones, foi comprada pela Apple por nada menos do que 3 bilhões de dólares (R$ 8,5 bilhões).
Enquanto aguardamos a resposta, relembremos algumas de suas produções mais importantes:

N.W.A. – “Straight Outta Compton'' – 1988

Dr. Dre feat. Snoop Doggy Dogg – “Nuthin' But a 'G' Thang'' – 1993

Snoop Dogg – “Who Am I (What's My Name)'' – 1993

2 Pac – “California Love'' – 1995

Eminem – “The Real Slim Shady'' – 2000

Mary J. Blige – “Family Affair'' – 2001

50 Cent – “In Da Club'' – 2003