Blog Rádio UOL

Relembre as mais marcantes músicas já feitas para causas humanitárias
Comentários 1

Rádio UOL

 

Paul Simon, Kim Carnes, Michael Jackson e Diana Ross em cena do clipe da música "We Are the World". Crédito: Reprodução

Paul Simon, Kim Carnes, Michael Jackson e Diana Ross em cena do clipe da música “We Are the World''. Crédito: Reprodução

Após o reggae que fala sobre a crise do ebola que o programa Reggae Raiz mostrou, a Rádio UOL relembra outras ocasiões em que a música se uniu a causas humanitárias.

Uma das canções mais famosas com esse cunho é “We Are The World”, composta em 1985 por Michael Jackson e Lionel Ritchie, e que foi apresentada ao mundo pelas vozes de mais de 40 grandes ídolos da música pop, como Tina Turner, Bob Dylan e Cyndi Lauper.

No mesmo ano, vários ícones da MPB como Gilberto Gil, Tim Maia, Rita Lee e Chico Buarque, o movimento Nordeste Já, contra a seca que assolava a região, que foi praticamente uma versão nacional de USA For Africa.

Ainda em 1985, outro grupo enorme de grandes estrelas se reuniu para gravar “Do They Know It’s Christmas?”, uma canção para angariar fundos contra a fome na Etiópia, da qual participaram nomes como o sempre presente Bono Vox, o ex-vocalista do Led Zeppelin Robert Plant e Chris Martin.

Desde então, vários artistas se uniram em prol da humanidade. “Sunday Bloody Sunday” foi apenas uma das incursões nos problemas sociais que o U2 fez ao longo da carreira. A banda de Bono Vox e The Edge também se apresentou com o Green Day com a faixa “The Saints Are Coming”, em uma ação em apoio às vítimas do furacão Katrina, em 2006.

Escrita por John Lennon e Yoko Ono e lançada em 1971, “Happy Xmas (War is Over)” foi o resultado de anos trabalhando pela paz. Esse também foi o slogan das campanhas do casal em protesto ao envolvimento dos Estados Unidos no Vietnã, que se espalhou por diversas cidades do mundo inteiro em forma de cartazes.

Também na onda das causas humanitárias, o My Chemical Romance e o The Used gravaram em 2005 juntos a faixa “Under Pressure”, do Queen, em prol das vítimas do tsunami  que atingiu o sul da Ásia em 2004.

Agora, a música “Africa Stop Ebola” conta com a composição de nomes como  Tiken Jah Fakoly e Kandia Kora, artistas da Guiné, além do rapper Didier Awadi, e outros músicos de todo o continente.

É muito importante que os músicos continuem engajados para transmitir uma mensagem de positividade e de esperança. Se não há como resolver todos os problemas, pelo menos essa é a forma de levar um pouco de alegria para o mundo.


Você faz mais o estilo Velhas Virgens ou A Banda Mais Bonita da Cidade?
Comentários Comente

Rádio UOL

Você está de que lado?

Você está de que lado?

Uma série de discos ao vivo está sendo lançada, e nesse mesmo pacote estão os novos lançamentos de Velhas Virgens e A Banda Mais Bonita da Cidade, que você ouve na Rádio UOL.

Apesar de ambas estarem sob o guarda-chuva do pop rock, elas são extremos opostos musical e esteticamente. Quem é você na fila do pão do rock nacional? Velhas Virgens ou A Banda Mais Bonita da Cidade?

Para efeito de comparação, sabemos que a sonoridade do Velhas Virgens é mais pesada, com guitarras mais destacadas e uma atitude mais rock ‘n’ roll. Já A Banda Mais Bonita da Cidade tem uma pegada leve, com um visual limpo e até ingênuo.

Enquanto uma tem letras irônicas e engraçadas, a outra tem letras positivas e bonitinhas. No entanto, uma já tem bastante tempo de estrada, tendo um público mais antigo, enquanto a outra despontou há poucos anos, agradando mais aos jovens.

Velhas Virgens, com seu estilo motoqueiro nojento, ganhou espaço no circuito do rock independente e lançando álbuns irreverentes como “Ninguém Beija Como as Lésbicas“. Já A Banda Mais Bonita da Cidade, com aparência mais pura e fofinha, teve proeminência de maneira independente, graças à ampla divulgação na internet do clipe “Oração“, em 2011. Relembre:

E você, leitor? Tem mais o jeitão agressivo do Velhas Virgens ou fofo d'A Banda Mais Bonita da Cidade? Faça o teste e descubra:

1- O que estaria escrito na traseira do seu caminhão?
a) “Se um dia chover mulher, quero uma goteira na minha cama''
b) “Quem ama as rosas suporta os espinhos''

2- O que você bebe no café da manhã?
a) Rabo de galo
b) Leite com achocolatado

3- Na padaria você pede:
a) Pão de banha com presuntada
b) Pão preto com mel orgânico (sem glúten)

4- Qual é o seu meio de transporte favorito?
a) Qualquer coisa grande movida a diesel
b) Patinete

5- Você vai à rua Augusta para:
a) Ser expulso de estabelecimentos de má reputação
b) Frequentar a mostra de cinema neorrealista albanês

6- Qual é seu esporte favorito?
a) luta de mulheres no gel
b) peteca

 Se você respondeu mais “A'', clique aqui para ouvir Velhas Virgens!

Se você respondeu mais “B'', clique aqui para ouvir A Banda Mais Bonita da Cidade!


Eleita a “pior banda do mundo”, Polentinha do Arrocha lança novo álbum
Comentários 4

Rádio UOL

polentinha do arrocha

Há alguns meses, fizemos uma enquete (relembre aqui) entre nossos ouvintes sobre qual era a pior banda ou artista de todos os tempos, e o nome mais votado por escolha livre foi a ilustre Polentinha do Arrocha, um grupo baiano. Agora eles atacam novamente com o disco novo, intitulado “Em Ritmo de Resenha”.

Entre as faixas estão hits de nomes divertidos e bem humorados como “Biba Diva”, “Kika Com a Bunda” e “Inhe Inhe Inhe Chororô”. O maior sucesso da banda, no entanto, não está presente no novo trabalho de estúdio. O clipe de “Poderosa” já conta com mais de 2 milhões de visualizações na internet.

Os discos completos do grupo também estão disponíveis para ser ouvidos e já somam quase um milhão de audições únicas, marca que é rara até mesmo para artistas consolidados no mercado fonográfico.

Agora você pode ouvir “Em Ritmo de Resenha” na Rádio UOL e tirar sua própria conclusão! Os nossos ouvintes foram maldosos ou você concorda com o título de pior banda de todos os tempos para a Polentinha do Arrocha?


O que você achou do setlist do Lollapalooza?
Comentários 1

Rádio UOL

lollapalooza-brasil-2015-lineup

Muitos dos artistas cogitados confirmaram a participação no Lollapalooza 2015, mas alguns que eram esperados acabaram não sendo oficializados.

Contando com um line up eclético, do misto de indie e blues de Jack White ao eletrônico de Calvin Harris, passando pelo pop dançante de Pharrell Williams e o country rock de Robert Plant, o evento terá atrações para todos os gostos.

Mas e você, leitor? Desses nomes, quem você está ansioso para ver no Lolla?


Show com Turma do Pagode, Art Popular e muito mais acontece nesse sábado
Comentários Comente

Rádio UOL

A próxima festa da Conexão 105 FM vai ser a apresentação de lançamento do novo CD e DVD da Turma do Pagode.

Entre as atrações estão Art Popular, Samba da Ladeira, Ellen Caroline e Percepção.

No repertório do show da Turma do Pagode estão clássicos e novos hits como “Camisa 10”,“A Gente Já Não Rola”, “Esse Adeus” e “Tá Louco Hein''.

Serviço: Conexão 105 FM
Quando: 22 de novembro, às 22h
Onde: Rua Primitiva Vianco, 405, Centro, Osasco
Quanto: R$30 antecipado, R$50 na porta


“Quem imita o que é popular sempre se dá mal”, diz Zakk Wylde
Comentários Comente

Rádio UOL

 

Zakk4

Um dos mais importantes participantes desta edição do Metal All Stars é o guitarrista Zakk Wylde. Fiel escudeiro de Ozzy Osbourne e líder do Black Label Society, Wylde é amplamente reconhecido como um dos maiores instrumentistas da história do heavy metal.

A história de sua ascenção à fama é o clássico conto de fadas roqueiro. Em 1987, ao ler que havia uma vaga na banda do ex-vocalista do Black Sabbath, enviou uma fita demo e foi contratado.

Logo, Wylde estaria não apenas excursionando, mas também compondo junto com Ozzy, de quem se tornou um dos mais importantes parceiros. Co-autor de clássicos como “No More Tears'' e “Hellraiser'', foi peça fundamental numa das fases mais importantes da carreira do cantor, no início da década de 90.

Em 1998, o que seria um álbum solo de Wylde se tornou uma nova banda, o Black Label Society. Misturando o peso do metal moderno com elementos do rock setentista, a banda não teve dificuldade para conquistar o público, consolidando o guitarrista como um ícone do gênero, mesmo se a ajuda de Ozzy Osbourne.

Simpático e bem humorado, Zakk Wylde falou com exclusividade à Rádio UOL sobre sua trajetória, a duradoura relação com Ozzy e sua participação no Metal All Stars.

OUÇA ZAKK WYLDE COM OZZY OSBOURNE

OUÇA ZAKK WYLDE COM O BLACK LABEL SOCIETY

Fale um pouco sobre essa visita ao Brasil com o Metal All Stars e sobre o projeto em geral. Como vocês decidem quem toca com quem e qual será o repertório?

Zakk Wylde - Nos divertimos muito da última vez que participei do Metal All Stars na Europa, então eu disse à organização que quando rolasse de novo eu gostaria de participar. O Black Label está tirando férias até depois do natal, então aproveitei para vir.

É muito legal, você reencontra os amigos, toca junto com eles, une o útil ao agradável. Vou tocar e cantar algumas músicas com o Blasko (baixista de Ozzy Osbourne) e com os irmãos Vinnie (Black Sabbath, Heaven & Hell) e Carmine Appice (Vanilla Fudge) e depois começa a jam session.

Vocês vão ver na hora qual será o repertório. Vai ser algumas músicas da Lady Gaga, um pouco de Justin Bieber, Village People, tudo para agradar o público do Metal All Stars (risos).

Você já é amigo dos outros participantes?

Zakk Wylde - Sim, desde que comecei a tocar com o Ozzy em 87 já conheci muita gente, então tenho amizade com praticamente todos os participantes. Acabamos nos encontrando por aí. É como um acampamento, a gente se revê e se diverte muito.

Os participantes englobam toda a diversidade do metal, do hard rock ao death metal. Você gosta de todos esses subgêneros?

Zakk Wylde - Sim, eu ouço de tudo, de Dimebag a Sarah McLachlan, além dos clássicos como Black Sabbath, Led Zeppelin, Neil Young, Elton John, eu escuto Crowded House, Joe Pass… Ouço de tudo!

É interessante, porque seu estilo combina bastante peso com uma sensibilidade do rock clássico.  Como você desenvolveu suas características como músico?

Zakk Wylde - Você tem que tocar o que sabe, o que te move, entende? Quando me pedem conselhos para os jovens eu digo para praticarem o máximo possível, porque é divertido, mas além disso, a música é infinita, há coisas novas para descobrir todos os dias.

Quando você está se desenvolvendo como músico, você não deve ir atrás do que está nas paradas. Se você tentar tocar o que é popular, você vai sempre chegar atrasado e vai sempre se dar mal.Se todo mundo fizesse isso, os Sex Pistols não teriam se tornado os Sex Pistols, eles teriam tentado imitar o Led Zeppelin e a história do rock não teria mudado.

Eu sou de New Jersey e quando comecei a tocar, para se dar bem ali você tinha que tocar Bruce Springsteen ou Bon Jovi. Mas eu gostava de Black Sabbath, de riffs! Foi isso que resolvi tocar e é por isso que estou aqui hoje em dia.

Quando você apareceu, a cena era dominada por guitarristas muito rápidos, mas sem o feeling do rock and roll clássico. E você conseguia tocar tão rápido quanto eles, mas mantendo o feeling. Você se sente uma ponte entre essas duas escolas?

Zakk Wylde - Sim! Meus guitarristas favoritos são, é claro, o Tony Iommi, Jimmy Page, Frank Marino, Jimi Hendrix, Robin Trower e também jazzistas como Al DiMeola e John McLaughlin. Então o Randy Rhoads e o Eddie Van Halen apareceram e revolucionaram a coisa toda!

Mas é como eu falei antes: se todo mundo está fazendo uma coisa, então isso é um motivo para você não fazer. Quando o Guns N' Roses apareceu, todos os meus amigos fizeram tatuagens e eu falei “é por isso que eu não vou ser tatuado''!

OUÇA O MELHOR DO HEAVY METAL

Você foi um dos candidatos para substituir o Slash na banda, não?

Zakk Wylde - Não fui bem um candidato, só toquei com eles para me divertir. Me chamaram e eu fui. Na época não estava rolando nada, eu não estava tocando com o Ozzy. Nessa mesma época eu estava com uns riffs prontos sem ter o que fazer com eles e foi assim que nasceu o Black Label Society.

Eu amo o estilo do Slash, ele é fantástico, isso é inegável. Só ele pode tocar “Sweet Child O'Mine'' e “November Rain'' com perfeição, entende? Então quando eu toquei com o Guns, a coisa soou como uma espécie de Allman Brothers com esteróides, entende? Pesada, mas com harmonias. Pelo menos era assim que eu via.

Falando em Allman Brothers, a influência sulista faz parte da sua identidade, apesar de você ser de New Jersey.

Zakk Wylde - É que eu sou do sul de New Jersey (risos)! E agora que estou na Califórnia, estou no sul da Califórnia! Mas, falando sério, cresci ouvindo Allman Brothers, amo a voz do Greg Allman, do Ronnie Van Zandt (do Lynyrd Skynyrd).

É como os caras do Green Day, o amor deles pelo punk rock não diminui por eles não serem de Londres. O maior guitarrista country de todos os tempos é o Albert Lee. Você pensaria que ele é de Nashville, ou do Mississipi, mas ele é inglês.

Essa é a beleza da música, o que está no seu DNA é o que você ama, o que você absorve, independente de onde você nasceu.

OzzyZakk A fase em que você tocou com o Ozzy foi uma das mais ricas da carreira dele. Você se vê como uma peça chave nesse renascimento criativo?

Zakk Wylde - O Ozzy ainda era gigante com o (guitarrista anterior) Jake E. Lee. Os álbuns com ele, “Bark At The Moon'' (1983) e “The Ultimate Sin'' (1986), fizeram muito sucesso. Então não acho que a carreira dele estivesse decadente quando eu entrei nem nada disso. Então não acho que fiz tanta diferença assim.

Mas é inegável que “No More Tears'' (1991), no qual você é um dos compositores em todas as faixas, foi um dos grandes álbuns da carreira dele.

Zakk Wylde - Acho que sim, mas amo todos os álbuns que fizemos juntos. Me diverti fazendo todos. Então a questão é apenas fazer o melhor que você pode em todos os projetos.

A banda do Ozzy está sempre mudando. Quais foram os músicos com quem você tocou na banda dele que mais te marcaram?

Zakk Wylde - Tenho boas memórias de todos e ainda sou amigo de todo mundo com quem toquei. Quando entrei, a banda tinha o (baixista original do Black Sabbath) Geezer Butler e o (baterista) Randy Castillo e depois entrou o Mike Inez. O (baterista) Mike Bordin também foi fantástico. E ainda estou sempre com o (baixista) Blasko, então amo todos com quem toquei. É uma fraternidade. Todos são únicos, ótimas pessoas. Quando não estamos tocando juntos estamos dando risada.

No seu tempo com o Ozzy havia muita interferência no que você tocava ou você tinha liberdade para criar?

Zakk Wylde – Quando você toca com ótimos músicos como aqueles, você de vez em quando pode sugerir algo, mas você deixa eles tocarem. O sentido deles estarem ali é justamente esse, deixá-los serem quem são. O Ozzy era assim com o (guitarrista) Randy Rhoads, deixava ele ser o melhor Randy Rhoads possível, esticando os solos e tudo mais. E comigo também, ele sempre me deu liberdade.

E eu aproveitei, mas dentro dos limites, afinal aquilo tinha que soar como o Ozzy. Os primeiros álbuns solo que ele fez com o Randy Rhoads, “Blizzard Of Ozz'' (1980) e “Diary Of a Madman'' (1981) são a receita da sopa do Ozzy. E na minha opinião é uma sopa excelente!

Era fácil compor para o Ozzy. Se eu fosse contratado para fazer músicas para a Lady Gaga ou o Justin Bieber eu me esforçaria para fazer dentro daquele estilo. Mas com o Ozzy já é o estilo que eu amo e componho naturalmente. Se você botasse ele cantando no último álbum do Black Label Society, ele soaria como um álbum do Ozzy.

Você pretende trabalhar com o Ozzy novamente?

Zakk Wylde – Sim, meu relacionamento com ele está sempre a um telefonema de distância. Assim que ele me chamar para compor ou tocar eu vou. Mas agora o (guitarrista) Gus G. é quem está tocando com ele e está fazendo um ótimo trabalho.

E com o Black Label Society, quais são os planos?

Zakk Wylde – Excursionar muito! Ficamos na estrada durante 7 meses e agora tiramos férias, mas depois do Metal All Stars já vamos começar novamente, primeiro no Canadá e depois na Europa.


Ícones do metal internacional se reúnem em São Paulo
Comentários Comente

Rádio UOL

Algumas das atrações do Metal All-Stars

Algumas das atrações do Metal All-Stars

Quem não se lembra da união entre duplas que originou o projeto “Amigos do Sertanejo'' no final dos anos 90? A comparação pode parecer estranha ou até irritar os fãs mais ortodoxos, mas a verdade é que São Paulo está prestes a presenciar uma espécie de versão metaleira desse evento.

Com artistas internacionais como Zakk Wylde (guitarrista de Ozzy Osbourne e líder do Black Label Society), David Ellefson (baixista do Megadeth), Geoff Tate (vocalista do Queensrÿche), Vinnie Appice (baterista do Dio, Black Sabbath, Heaven and Hell, entre outros), o evento é uma grande reunião de amigos em prol da memória do heavy metal, relembrando grandes clássicos de Ozzy, Pantera, Iron Maiden, Black Sabbath, Slayer, e muito mais.

Ellefson contou em entrevista que está muito contente com essa turnê. “Estou realmente ansioso para tocar baixo com todas essas pessoas que são tremendos artistas'', disse ele. “Vai ser uma forma legal de reunir um punhado de artistas extremamente conhecidos e estrelas do heavy metal e tocar desde nossas próprias músicas até alguns clássicos dos quais os fãs são familiares'', afirmou o baixista do Megadeth.

CLIQUE E CONFIRA A ENTREVISTA  EXCLUSIVA COM DAVID ELLEFSON

Para Geoff Tate, nosso povo aprecia muito o cenário metaleiro e ele está bastante animado com a chance de tocar por aqui mais uma vez. “Eu percebo muito interesse no Brasil para o hard hock e o heavy metal. Adoro ir ao Brasil e me apresentar no país'', disse o músico.

CLIQUE E CONFIRA A ENTREVISTA  EXCLUSIVA COM GEOFF TATE

Já Zakk Wylde compara o evento a um acampamento de verão. “Encontramos os amigos, nos divertimos e tocamos juntos'', diz o guitarrista. Wylde aproveita para aconselhar as novas gerações: “Se você tentar tocar o que é popular,  vai sempre chegar atrasado e vai se dar mal. Se todo mundo fizesse isso, os Sex Pistols não teriam se tornado os Sex Pistols, eles teriam tentado soar como o Led Zeppelin e o rock não teria evoluído''.

CLIQUE E CONFIRA A ENTREVISTA EXCLUSIVA COM ZAKK WYLDE

Serviço: Metal All-Stars
Quando: 22 de novembro às 21h30
Onde: Espaço das Américas, R. Tagipuru, 795, Barra Funda – São Paulo
Quanto: entre R$140 e R$500 as entradas inteiras


“Parece que Vinícius soprou a melodia”, diz Francis Hime sobre nova música
Comentários Comente

Rádio UOL

Crédito: Leo Aversa

Crédito: Leo Aversa

André Cáceres
Do UOL, em São Paulo

Um dos protagonistas da geração de gênios da música brasileira que despontou nos anos 60, Francis Hime comemora cinco décadas de sua brilhante carreira lançando o 24º disco, “Navega Ilumina”. “Tentei traçar um painel bastante amplo da minha obra com vários parceiros com quem venho trabalhando”, falou o músico em entrevista ao UOL.

“Gosto de compor traduzindo a diversidade da música brasileira”, disse Hime, que está confiante quanto ao cenário atual. “Vejo com bastante otimismo. Mas há muitos compositores novos surgindo que não chegam ao grande público”, lamenta o cantor, que traça um paralelo com a era em que ele começou. “Aquela foi uma época de ouro graças à divulgação com festivais. Hoje o mercado é muito mais difícil”, compara.

O novo álbum de Francis contém um poema de Vinícius de Moraes feito para ser musicado por ele e que estava perdido no fundo do baú. “A música me veio na hora. Parece que Vinícius me soprou a melodia”, reflete o compositor, com emoção na voz. “Um filme voltou na cabeça”, completou.

O trabalho contou com uma produção generosa. “Pude ter um orçamento ambicioso”, comemora Francis, listando as cordas, metais e madeiras da orquestra que o acompanha. Para quem quiser presenciar as apresentações dessa turnê, Hime contou que pretende fazer shows pelo país todo.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O DISCO “NAVEGA ILUMINA'' NA RÁDIO UOL

Serviço: Francis Hime
Quando: 23 de novembro, 20h30
Onde: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Quanto: R$30 inteira, R$15 meia


Péricles faz show com hits novos e antigos em São Paulo
Comentários Comente

Rádio UOL

pericles

Um dos maiores nomes do pagode na atualidade, Péricles se prepara para um show da turnê de divulgação do seu disco “Nos Arcos da Lapa“, nessa sexta-feira, dia 21 de novembro.

O músico interpreta grandes sucessos dos 25 anos de carreira, entre hits do Exaltasamba e faixas do primeiro CD da carreira solo.

Serviço: Péricles
Quando: 21 de novembro
Onde: Carioca Club, rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros
Quanto: R$30 mulheres, R$35 homens


Jimmy Bo Horne é grande atração do Baile Black no Anhangabaú
Comentários Comente

Rádio UOL

Grandes artistas da música black estarão presentes no Vale do Anhangabaú na quinta, dia 20 de novembro, celebrando o dia da consciência negra. O grande destaque é Jimmy Bo Horne, um dos maiores nomes da disco music em todos os tempos.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O MELHOR DE JIMMY BO HORNE

Entre seus maiores hits estão “Dance Across The Floor'', que chegou ao topo das paradas da black music em 1978, e “Spank'', que foi sucesso nas casas noturnas na década de 80.

Além dele, outros grandes nomes da música negra como Paulinho da Viola, DJ Hum, Tony Blackman e a Banda Black Rio. Você não pode perder esse evento!

Serviço: Baile Black
Quando: 20 de novembro, das 10h às 23h
Onde: Vale do Anhangabaú