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Nova edição do In-Edit Radio Show relembra músico flamenco Paco de Lucia
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pacoO In-Edit Radio Show desta semana destaca um dos grandes nomes da música: Francisco Gustavo Sánchez Gomes, também conhecido como Paco de Lucia.

Quem viu Paco de Lucia tocar não se esquece. Um dos maiores nomes da Guitarra Flamenca de todos os tempos, Paco transformou o gênero e o levou aos palcos mais importantes do mundo.

E esta transformação, assim como Paco acabou transformando-se em seu maior adversário é o que vemos em uma série de entrevistas dadas ao diretor Curro Sanchez, seu filho, no filme “Paco de Lucia – La Busqueda”, que é o destaque deste In-Edit Radio Show.  Este filme faz parte da programação do In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical, que acontecerá em São Paulo, entre os dias 2 e 12 de julho, e em Salvador, de 14 a 19 do mesmo mês.

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O que mudou no pagode dos anos 90 para cá?
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Crédito: Fred Pontes/Divulgação

Crédito: Fred Pontes/Divulgação

Derivado do samba, o pagode surgiu como estilo musical consolidado no final dos anos 70 e foi levado para a mídia por nomes como Fundo de Quintal, Beth Carvalho e Jorge Aragão, mas chegou ao auge comercial apenas nos anos 90. Entenda a diferença do gênero de duas décadas atrás e de agora!

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “PAGODE 90″

O estilo que nasceu como um samba de partido alto no Cacique de Ramos desaguou em um formato comercial no final dos anos 80 e início da década seguinte, quando tomou espaço nas paradas de sucesso. Com cavaquinhos acelerados, letras açucaradas, refrões grudentos, vocais melódicos e músicas que se dividiam entre o romântico quase cafona e o cômico quase vulgar, o pagode conquistou até mesmo ouvintes de outros estilos nos anos 90, liderado por grupos como Exaltasamba, Katinguelê, Art Popular, Só Pra Contrariar, Travessos, entre outros.

Com o sucesso e os holofotes voltados para os cantores, muitos dos artistas começaram a se lançar em carreira solo, como Thiaguinho e Péricles, do Exaltasamba; Rodriguinho, dos Travessos; Belo, do Soweto; Xande de Pilares, do Revelação; e Alexandre Pires, do Só Pra Contrariar.

Essa foi uma das primeiras transformações que se verificou no estilo da década de 90 para os dias atuais: os grupos não deixaram de existir, como o Sorriso Maroto e a Turma do Pagode comprovam, mas passaram a dividir as paradas de sucesso com cantores solo consagrados e com alguns iniciantes, como o recente músico em ascensão Dilsinho.

Além disso, é possível evidenciar uma melhora substancial na produção dos discos, que não eram trabalhados com tanto esmero 20 anos atrás como são hoje, com a mesma qualidade técnica de qualquer outro lançamento de gravadoras grandes. Se as letras românticas ainda compõem grande parte do repertório pagodeiro, músicas com temáticas praieiras e relaxantes, perfeitas para trilha sonora de churrascos.

“Caraca, Muleke”, de Thiaguinho; “Horário de Verão”, do Sorriso Maroto; “Fica Mais Relax”, de Belo; e “Se Eu Largar o Freio”, de Péricles são alguns dos exemplos dessa nova cara que o pagode tomou ao longo dos anos, tornando-se um gênero mais sóbrio frente a hits do passado como “O Pinto”, da Raça Pura; “A Barata”, do Só Pra Contrariar; e “Dança da Vassoura”, do Molejo.

E você, leitor, o que prefere: o pagode dos anos 90 ou atual?


John Fogerty, 70 anos: entenda o Creedence Clearwater Revival em 7 músicas
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Crédito: Kevin Winter/Getty Images/AFP

Crédito: Kevin Winter/Getty Images/AFP

O Creedence Clearwater Revival se manteve na ativa por apenas 5 anos, mas esse tempo foi suficiente para torná-lo uma das bandas mais importantes do rock. O grupo californiano levou as letras com consciência social para a vertente sulista do rock americano, mais acostumada às batidas country com mensagens menos profundas e politizadas, e resgatou as raízes do rock dos anos 50, servindo como contraponto de sonoridade crua à era dominada pelos hippies, som psicodélico e progressivo.

Poucas bandas têm uma influência tão abrangente. Trouxeram de volta o rock básico da década de 50, anteciparam o country rock e, com sua sonoridade crua e direta, influenciou até mesmo o punk e o rock alternativo americanos, sendo citada como grande referência por artistas seminais como Minutemen, o próprio Sonic Youth e os Circle Jerks. No aniversário de 70 anos do guitarrista e fundador John Fogerty, entenda a banda em 7 músicas!

“Bonita” 
Bem antes da formação do Creedence como o conhecemos, ele era um trio de música instrumental composto por John Fogerty, Stu Cook e Doug Clifford. O grupo passou a ser banda de apoio do irmão de John, Tom Fogerty, que já se apresentava como cantor solo no início dos anos 60. “Bonita” é uma gravação de Fogerty e os Blue Velvets de 1962 que precede bandas como Beatles, Rolling Stones, The Who, The Kinks e Yardbirds, mas já traz, além do ritmo agitado, um solo enorme que se tornaria característica do Creedence.

“Suzie Q”
Gravada originalmente por Dale Hawkins e primeiro grande hit da banda, “Suzie Q” sintetizava muito bem a sonoridade do primeiro álbum, que tinha outros dois singles covers. A faixa rompeu com o movimento psicodélico da época e voltou às raízes do rock dos anos 50, abusando do rockabilly e rhythm and blues, lançando uma tendência que outros artistas adotariam nos anos seguintes, resgatando um som básico.

creedence clearwater revival

“Proud Mary”
John Fogerty queria uma música com uma introdução que lembrasse a quinta sinfonia de Beethoven. Assim surgiu a famosa sucessão de dó e lá que abre “Proud Mary”, single do segundo disco do Creedence que se tornou um standard da música pop internacional e foi regravada por Elvis Presley em 1970 e Ike e Tina Turner em 1971. Se o Creedence foi a maior banda do rock americano na época, “Proud Mary” foi responsável por levar o grupo ao olimpo do rock no final da década de 60.

“Born on the Bayou”
Apesar de o Creedence Clearwater Revival ser uma banda californiana vinda da baía de São Francisco, a capital mundial do movimento hippie, as referências deles estavam no sul dos Estados Unidos, e “Born on the Bayou” praticamente criou o gênero do swamp rock, ou rock do pântano. Quem ouve a faixa pensa que eles realmente nasceram nos pântanos da Louisiana, e isso ilustra muito bem o talento da banda, por ser de são Francisco mas, no entanto, soarem como legítimos caipiras sulistas. Um dos aspectos mais interessantes da banda, a aspereza da gravação e inventividade do arranjo, com um som básico e cru, está explícito nessa canção.

“Bad Moon Rising”
Mais uma vez, o grupo trouxe de volta a sonoridade do rockabilly e demonstrou a influência da música country em suas gravações. Apesar de o county rock já estar voltando com outros artistas na época, somente o Creedence resgatou o rockabilly no estilo característico da Sun Records dessa maneira numa época associada aos hippies, Woodstock e solos de guitarra lisérgicos. A faixa foi tão icônica que inspirou o título do álbum de 1985 do Sonic Youth e foi eternizada nos estádios de futebol argentinos com uma versão em espanhol intitulada “Decime Que Se Siente”, cantada para ironizar derrotas de times rivais, em especial o Brasil.

Crédito: Getty Images

Crédito: Getty Images

“Fortunate Son”
Essa música mostra outro lado da banda. Além do rock ‘n’ roll furioso, “Fortunate Son” é um dos mais bem sucedidos protestos contra a guerra do Vietnã e o militarismo em geral. Na canção, Fogerty diz que não é filho de pai rico e, portanto, é ele que tem que morrer na guerra para defender a pátria. Não é por acaso que a música foi regravada pela banda punk californiana Circle Jerks. “Fortunate Son” se tornou um símbolo tão importante da oposição ao conflito do Vietnã que toca no game “Battlefield: Vietnam”, em uma das primeiras sequências de ação.

“Have You Ever Seen The Rain”
Em uma lista de músicas do Creedence Clearwater Revival, não podemos deixar de for a “Have You Ever Seen The Rain”. Imortal nas rádios de flashback, essa é provavelmente a canção deles mais amada pelo público brasileiro, e que também foi eternizada na voz de Rod Stewart. A faixa sintetiza, já no final do ciclo do Creedence, em uma roupagem mais pop, o som da banda, sendo um exemplo interessante da mistura de rock com ares rurais e caipiras, além de expoente do country rock que viria a ter tanto sucesso durante a década de 1970.

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A banda acabou brigada, sendo que John se desentendeu inclusive com o próprio irmão Tom Fogerty e os dois nunca fizeram as pazes, até a morte de Tom em 1990. A carreira solo de John foi cheia de percalços. Ele devia mais 8 álbuns para a gravadora, mas se recusou a trabalhar para o selo e enfrentou um impasse contratual que só foi resolvido quando a Asylum’s Records adquiriu os direitos sobre seus contratos por 1 milhão de dólares. Em seus shows, ele não tocava as músicas do repertório do Creedence para não ter de pagar direitos a Saul Zaentz, executivo da Fantasy Records.

Saul chegou a acusá-lo de plágio por “The Old Man Down The Road”, de sua carreira solo, que se parecia demais com “Run Through The Jungle”, uma de suas próprias canções assinadas por ele no Creedence. Ele foi acusado de plágio contra ele mesmo. Ainda bem que não processaram AC/DC, Motörhead e Ramones por fazerem várias músicas parecidas demais.

Atualmente, os outros integrantes sobreviventes excursionam tocando os hits do grupo sob o nome de Creedence Clearwater Revisited enquanto John Fogerty faz a mesma coisa em sua carreira solo.


Brasileiro toca bateria com baldes e é finalista de concurso internacional
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Crédito: Ademir Fheliz

Crédito: Ademir Fheliz

O baterista paulistano Bruno Kioshi levou as baquetas para as ruas e deixou a bateria para trás. O resultado é uma mistura de jazz, rock e ritmos percussivos que o músico cria por meio de baldes.

Com 25 anos, Bruno tem entre suas influências um leque muito variado, que vai do jazz de Miles Davis ao rap dos Racionais MC’s, passando pelo eletrônico de Skrillex. É claro que o baterista Buddy Rich também está em suas referências.

Há dois anos, o artista formado pela Escola de Música e Tecnologia de São Paulo inunda as ruas da cidade com seu som ousado e inusitado, e agora representa o Brasil em um concurso internacional.

O Feeling The Street tem 40 finalistas, entre bateristas, vocalistas, tecladistas, guitarrista, baixistas e saxofonistas, sendo que Bruno é o único brasileiro em seu instrumento. O público pode escolher 6 músicos para compor sua banda e os mais votados serão reunidos em uma super banda formada por artistas de rua. Confira o perfil de Bruno Kioshi no concurso.

Ele continua tocando o instrumento tradicional como baterista da banda VoodooBilly All-Stars, que se apresenta em bares com uma pegada mais voltada para os anos 60.


Mozarteum Brasileiro convida ouvintes para concerto na Sala São Paulo
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Mozarteum Brasileiro convida ouvintes da Rádio UOL para concerto na Sala SP

A A L’Orchestre de Pau Pays de Béarn remonta ao século XIX, mas foi resgatada em 1985 e hoje é uma jovem orquestra francesa regida por Fayçal Karoui.

Com a ideia de democratizar a música e levar a cultura ao mundo todo, a orquestra vai se apresentar na Sala São Paulo, nos dias 2 e 3 de junho.

O Mozarteum Brasileiro convida todos os ouvintes da Rádio UOL a prestigiar esse concerto, e deixou uma mensagem em vídeo vocês!

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Quando: 2 e 3 de junho, às 21h
Onde: Sala São Paulo, Praça Júlio Prestes, 16
Quanto: R$130 a R$400


Ex-Legião e baterista do Paralamas participam de nova versão de “Exagerado”
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O primeiro single da carreira solo de Cazuza completa 30 anos e ganha uma versão com direito a participações de João Barone, baterista do Paralamas do Sucesso, Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião Urbana, além dos renomados Kassim e Liminha.

A nova versão, assinada por Liminha, mantém a voz de Cazuza, além de uma risada que foi cortada da faixa original, mas acrescenta novos elementos para atualizar a canção para resgatar e trazer de volta às paradas a música que foi hino de um artista completamente exagerado.

“Exagerado 3.0″ é o nome do “re-colour'', como os artistas definem a recriação, e foi lançado nacionalmente no mês de maio para comemorar as três décadas do lançamento. A faixa foi lançada originalmente em 1985 no álbum de mesmo nome.

Clique aqui e ouça “Exagerado 3.0″ na Rádio UOL!

Confira o making of:
Making Of – Exagerado


Z’África Brasil lança primeiro disco de trilogia com shows em São Paulo
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zafrica

O grupo de rap Z’África Brasil vai fazer o show de lançamento do novo álbum “Ritual I – A Vida Segundo os Elementos do Hip-Hop” no dia 30 de maio às 21h, no SESC Belenzinho. O trabalho, além do caldeirão de influências e ritmos brasileiros, inova por trazer uma banda e ainda conta com participações do rapper Thaíde e SP Funk, além de Fernandinho Beat Box, ex-integrante do grupo, e a MC Amanda Negra Sim, que também marcaram presença no disco. O Z’África, composto pelos MCs Gaspar, Pitchô, Funk Buia e o DJ Tano, disponibilizou as 13 faixas do disco na íntegra na internet.

“Foi meio natural”, conta Pitchô sobre a ideia de tocar com uma banda. “Fomos fazendo as músicas aos poucos, sem nem pensar no disco”, afirma ele. “A ideia do disco foi criar novas musicalidades, e a banda é formada pelo pessoal da nossa quebrada”, contou ele, relembrando que pensaram nesse formato em 2007.

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“Ritual I” faz parte de uma trilogia que ainda terá mais dois trabalhos de estúdio. A temática da faixa “Quem É o Terrorista?”, que desmistifica as pessoas que vivem em comunidades e aponta para a opressão do Estado e violência policial será desdobrada no conceito da trilogia, como conta o MC Gaspar. “Eu mostro as diversas facetas do terrorismo. Mostro um jovem preto da periferia, a faxina étnica que o Estado faz. A gente pergunta quem é o verdadeiro terrorista”, afirma ele.

Gaspar também denuncia a violência seletiva por parte da polícia. “Não estão aí para proteger o pobre. Eles protegem ricos e empresários. A polícia sofre de ‘guetofobia’. Quando vêm na periferia, é para exterminar”, critica o rapper, que ajuda com ações em grupos como a Fábrica de Cultura, Círculo Palmarino, Zumaluma, Centro Cultural da Vila, Afrobase, entre outros.

O DJ Tano, que entrou no Z’África Brasil em 2001, contou sobre a oportunidade de tocar suas picapes junto de uma banda. “Eu adquiri mais experiência com isso. Só fortaleceu e facilitou para a gente ter a banda”, conta o músico, que admite influências de nomes do funk como James Brown e Nelson Triunfo, e revela: “Já estamos trabalhando no “Ritual II”, com meio caminho andado”.

Para Pitchô, a música é apenas uma parte do Z’África. “A cultura brasileira tem que estar tanto no lado musical quanto no lado poético. A parte social vem até antes da música. Sempre trabalhamos lado a lado com a educação, porque a gente também veio da rua e não tivemos ninguém para nos ensinar”, afirma o artista.

Serviço: Z’África Brasil no SESC Belenzinho
Quando: 30 de maio, às 21h30
Onde: SESC Belenzinho, Rua Padre Adelino, 1000
Quanto: R$7,50 a R$25

André Cáceres
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Lauryn Hill, 40 anos: entenda por que ela é a maior diva do hip hop
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Crédito: Ana Carolina Fernandes/UOL

Crédito: Ana Carolina Fernandes/UOL

Uma das artistas mais fundamentais do hip hop feminino, Lauryn Hill está completando 40 anos de muitos hits, extravagâncias e talento. A cantora, que foi uma das pioneiras do rap entre as mulheres, é uma diva inegável, tanto para o bem quanto para o mal. A Rádio UOL explica.

Se hoje cantoras como Nicki Minaj e Iggy Azalea fazem sucesso e emplacam hit atrás de hit nas paradas internacionais, uma das principais responsáveis é Lauryn Hill, que foi uma das grandes influências para elas e para outras rappers contemporâneas.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “HIP HOP FEMININO''

Claro que o ingresso de mulheres no hip hop ainda é muito dificultado, como as próprias Minaj e Azalea já denunciaram, especialmente por terem nascido fora dos Estados Unidos. No entanto, a americana Lauryn enfrentou esses obstáculos no início dos anos 90 e abriu caminho para que outras mulheres pudessem ter acesso ao mercado do rap.

Lauryn Hill é também uma diva do ponto de vista artístico. Em seu caldeirão de influências, ela mescla o hip hop a elementos de soul, R&B, pop e reggae. Não foi por acaso que ela se destacou pela primeira vez com covers de Bob Marley & The Wailers e Lori Liebermann, ainda com o grupo The Fugees em 1996.

Com a carreira solo, veio o estrelato e o sucesso comercial consolidado. “The Miseducation of Lauryn Hill”, de 1998, primeiro trabalho de estúdio da cantora, alcançou o topo das paradas de sucesso internacionais e vendeu 18 milhões de cópias. O CD e é tido como um dos álbuns essenciais da década de 90, rendeu 5 Grammys à artista e foi eleito um dos 500 melhores discos de todos os tempos segundo a Rolling Stone.

Crédito: Getty Images

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Mas essa moeda tem dois lados. Se Lauryn Hill é sensacional como uma diva, ela também consegue ser extravagante como tal. Seu comportamento excêntrico foi uma das características que a fez ter apelo para o público, mas os músicos que a acompanham costumam relatar que isso não é uma persona: Hill é de fato completamente insana.

Jay Gore, ex-guitarrista de apoio de Lauryn, entrou na justiça com um processo contra ela, afirmando que a artista o assediou verbalmente e ainda deve dinheiro pela turnê que ele participou em 2007.

No mesmo ano, a ex-Fugees veio ao Brasil e se apresentou em São Paulo, deixando a plateia enfurecida após quase 2 horas de atraso. A despeito do excelente repertório, Hill não escapou de vaias, mas o motivo da espera foi o mais inusitado: ela alegou estar participando de um ritual religioso.

Em 2013, Lauryn liberou a faixa “Neurotic Society”, na qual disparou rimas ásperas contra as mazelas da sociedade. O efeito, no entanto, não foi o esperado, e ela foi acusada de homofobia por Monica Hill, uma escritora americana. Como se não bastasse, no mesmo ano a artista passou quase três meses na prisão por sonegação de impostos.

Como se pode ver, Lauryn Hill tem todos os bônus e os ônus de uma diva, mas não se pode negar sua imensa contribuição para o hip hop e para as mulheres na música. Parabéns, Lauryn!

André Cáceres
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In-Edit Radio Show fala da mostra competitiva de documentários nacionais
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A Mostra Competitiva do In-Edit reúne o melhor da produção de documetário musical no país no ano de 2014. E são sobre os filmes que participarão da competição que estaremos falando neste In-Edit Radio Show. Tão bons quanto os filmes, são as histórias e os artistas enfocados – De Premeditando o Breque a Elza Soares, passando por gente como Carlos Imperial e Barão Vermelho, todos estes dizem “presente” nesta edição.

 

 

 

 

O In-Edit Brasil acontece entre os dias 2 a 12 de julho, em São Paulo, e de 14 a 19 de julho, em Salvador.

Playlist da edição:

1- Fim De Semana – Premeditando o Breque
Premê Quase Lindo (dir: Alexandre Sorriso e Danilo Moraes)

2 – Bandolero – Ney Matogrosso
Yorimatã (direção: Rafael Saar)

3 –Mamãe Passou Açucar Em Mim
Eu sou Carlos Imperial (direção: Renato Terra e Ricardo Calil)

4 – Saltei de Banda – Elza Soares
Elza Soares – My Time is Now (direção: Elizabete Martins Campos)

5 – Por Que a Gente È Assim – Barão Vermelho
Circo Voador – A Nave (direção: Tainá Menezes)

6 – Mardi Gras Mambo – The Hawkettes
Samba & Jazz (direção: Jefferson Mello)


Relembre os maiores escândalos, vexames e polêmicas das boy bands
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Primeira foto oficial do One Direction sem Zayn Malik

Primeira foto oficial do One Direction sem Zayn Malik

As boy bands sempre surgiram com força, ascenderam meteoricamente, fizeram sucesso estrondoso, viraram febre e se tornaram protagonistas de polêmicas. Esse ciclo que está se mostrando para os queridinhos das garotas One Direction já ocorreu com diversas outras bandas no passado. Relembre alguns episódios:

Menudo
O grupo portorriquenho Menudo, formado originalmente em 1977, se tornou mania no mundo, especialmente na segunda metade da década de 1980, quando o astro Ricky Martin despontou para a carreira musical como membro da banda. No entanto, denúncias de abuso sexual do empresário Edgardo Díaz, idealizador do grupo, vieram à tona em 1991, provocando a debandada de quatro dos cinco integrantes.

Twister
A banda que estourou com o mega sucesso “40 graus'' em meados do ano 2000 acabou de maneira brusca após o vocalista Sander Mecca ter sido preso em 2003 com comprimidos de ecstasy e LSD. A quantidade de drogas era suficiente para que ele fosse enquadrado como traficante, e por isso o cantor acabou ficando mais de um ano na prisão.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “BOY BANDS''

Polegar
O ex-Polegar Rafael Ilha chocou o Brasil ao ter um relacionamento com uma atriz muito mais velha. Mas essa não foi nem a maior polêmica de sua carreira. O músico foi acusado de tráfico de armas, já teve de passar por uma cirurgia para retirar objetos engolidos do estômago, foi preso diversas vezes e nunca escondeu o vício em drogas.

New Kids on the Block
O New Kids on the Block já foram eleitos a melhor boy band de todos os tempos, desbancando outros nomes internacionais. No entanto, a banda foi acusada de cantar um playback baseado na voz do produtor Maurice Starr. O escândalo foi suficiente para cancelarem uma turnê na Austrália e para Starr deixar o grupo.

One Direction
O novo fenômeno do pop pré-fabricado One Direction embala hit atrás de hit desde 2010, mas o grupo foi abalado recentemente quando deixou de ser um quinteto com a saída de Zayn Malik. O motivo? Ele foi flagrado com uma amante, perdeu a noiva e a banda.