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Ouça entrevista exclusiva com integrante da banda República
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Misturando os riffs do hard rock ao peso do heavy metal, mitologias clássicas a temáticas contemporâneas e o som brasileiro às letras em inglês, o República vem cavando seu espaço no cenário nacional e internacional. O grupo se destacou recentemente pelo elogiado disco “Point of No Return”, que marca uma guinada da banda para um som mais maduro e abrangente. Confira a entrevista:

O guitarrista solo Luiz Fernando Vieira conta que o álbum levou cerca de um ano para ficar pronto e foi tratado com todo o cuidado para que saísse da forma como gostariam. Ele se diz muito satisfeito pelo resultado e comemora as participações nos festivais Rock in Rio e Lollapalooza, além do fato de várias canções estarem tocando nas rádios rock.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “POINT OF NO RETURN'' DO REPÚBLICA

Os paulistanos do República estão no terceiro trabalho de estúdio, com um intervalo considerável entre os lançamentos. O disco homônimo de estreia data de 1996, enquanto o segundo álbum vem de 2008. Agora eles buscaram uma mudança na sonoridade visando levar o metal nacional para o mundo.

Quem quiser acompanhar o República nas redes sociais pode conferir o site e o facebook deles!

André Cáceres, Babu Baía e Pedro Carvalho
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Nicki Minaj e Tati Quebra-Barraco têm mais em comum do que você imagina
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Tati Quebra Barraco e Nicki Minaj são duas artistas que acabaram de lançar novos álbuns e têm bastante em comum. A Rádio UOL vai mostrar que elas têm mais em comum do que você pensa e que a brasileira tem quase uma década de vantagem em relação à americana.

A primeira semelhança entre as duas tem a ver com as origens tropicais: ambas nasceram em países de clima quente famosos pelas belíssimas praias. A atual musa do rap feminino americano vem da ilha de Trinidad, no arquipélago caribenho de Trinidad e Tobago, enquanto Tati vem do Rio de Janeiro. O calor e a sensualidade da música de ambas vêm desde o berço.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “THE PINKPRINT'', DA NICKI MINAJ

Ambas lançaram o terceiro álbum nos últimos meses. “The Pinkprint” é o mais novo trabalho de estúdio de Nicki Minaj, o mais ousado e transgressor de sua carreira.

Entre os singles do disco está nada menos que a polêmica faixa “Anaconda”, que consagrou uma tendência que já vinha se desenhando nos Estados Unidos: o culto ao bumbum. O que no Brasil já existe faz tempo os americanos é novidade para os americanos e Nicki é uma das principais expoentes deste fenômeno.

Já Tati Quebra-Barraco, já veterana no funk carioca, está lançando o álbum, “Se Liberta”. Com mais de uma década de carreira, a cantora foi uma das pioneiras tanto nas odes ao bumbum como na linguagem escrachada que hoje é comum entre as divas internacionais do pop.

Quem não se lembra dos palavrões e trocadilhos nada sutis em hits como “Dako É Bom” e “Eva e Adão” e de seu maior sucesso,  “Boladona”, de 2004, cujo álbum homônimo trouxe diversos hinos do funk sem papas na língua.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “SE LIBERTA'', DA TATI QUEBRA BARRACO

Por mais que as propostas musicais de Tati e Minaj sejam bastante distintas, o espírito comum transparece. Enquanto uma navega entre o pop e o rap, a outra se criou no funk carioca e segue no gênero por duas décadas. Apesar de musicalmente diferentes, as duas levam as mulheres ao lugar de protagonistas, tomando as rédeas de suas sexualidades e chocando a sociedade com suas letras.
Quem você prefere nesse embate entre Brasil e Estados Unidos?


Fhabi Hanna lança faixa e fãs pedem parceria com Enrique Iglesias
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Foto Fhabi Hanna 1

Após o sucesso de seu primeiro single “Jovens Demais'', revelação do pop brasileiro Fhabi Hanna está lançando sua nova música de trabalho, “Faz Parar o Tempo''.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “FAZ PARAR O TEMPO'', DE FHABI HANNA

A canção fala sobre o destino de uma pessoa que encontra alguém que faz ter a vontade de parar o tempo, e foi inspirada na experiência própria de Fhabi.

A cantora ainda revela que os fãs do astro Enrique Iglesias estão pedindo uma parceria internacional com ela, que está muito ansiosa por isso.


Zeca Pagodinho e Maria Rita agitam São Paulo às vésperas do Carnaval
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maria pagodinho

A maior cidade do país vai parar para um Carnaval antecipado comandado pelo astro do samba Zeca Pagodinho e pela musa da MPB Maria Rita. O Pavilhão de Exposições do Anhembi vai entrar no clima da folia neste sábado (31).

A festa foi organizada pela Vai-Vai para comemorar os 85 anos de uma das maiores e mais tradicionais escolas de samba de São Paulo, e a presença de Maria Rita será especial, pois em 2015 a Vai-Vai entra na avenida embalada pelo samba-enredo “Simplesmente Elis, A Fábula de Uma Voz Na Transversal Do Tempo, Uma Homenagem à Intérprete Elis Regina”.

Para tornar a ocasião mais especial ainda, o espetáculo conta com a participação das baterias Pegada de Macaco, da Vai-Vai, e Surdo Um, da Estação Primeira de Mangueira. Sem contar que o eterno Zeca Pagodinho está comemorando 30 anos de carreira no samba, e apresenta o show “Vida Que Segue'', com hits do passado e novas canções.

Serviço
Quando: sábado, 31 de janeiro, às 23h
Onde: Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana
Quanto: R$60 antecipado, R$90 na porta (venda exclusiva no www.clubedoingresso.com)


Novo Black Sabbath? Conheça a banda inglesa que remete às origens do metal
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electric wizard

O Electric Wizard lançou seu mais novo álbum, “Time to Die”, e reafirmou sua presença entre as maiores bandas de stoner rock e doom metal do mundo. O nome do grupo vem de duas músicas do Black Sabbath – “Electric Funeral” e “The Wizard” – e a influência dos inventores do heavy metal se faz presente a cada riff.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “TIME TO DIE'', DO ELECTRIC WIZARD

Formado em 1993, o grupo britânico já havia trocado de nome três vezes e gravava demos desde 1988. Com o disco de estreia de mesmo nome, o Electric Wizard foi uma das pontas de lança de um novo movimento que surgia após a chamada New Wave of British Heavy Metal, marcada pelos andamentos mais rápidos, com vocais esganiçados e baterias com pedal duplo. O stoner nadou contra essa corrente, em direção às origens do estilo, acrescentando um peso maior à sonoridade, deixando o tempo mais lento e a distorção mais agressiva para criar uma verdadeira parede de som na combinação de baixo e guitarra.

Os ingleses do Pentagram foram precursores do gênero, na ativa desde 1971, mas lançando o primeiro álbum em 1985. Além do Electric Wizard, bandas da época como Fu Manchu e Spirit Caravan, e também nomes mais recentes como Witchcraft e Orchid são expoentes de destaque do stoner metal.

Apesar do estilo ter se consolidado apenas nos anos 90, é possível ouvir verdadeiras pérolas do stoner em discos clássicos muito mais antigos, como o “Master of Reality” (1971), do Black Sabbath, o “Machine Head” (1972), do Deep Purple e nos primeiros trabalhos do Blue Öyster Cult.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “HEAVY METAL''

Os primórdios do heavy metal remontam a 1965, quando o então jovem Tony Iommi realizava seu último dia de trabalho em uma fábrica e, num acidente perto do fim do expediente, perdeu as pontas dos dedos médio e anelar da mão direita. O trágico incidente quase o fez desistir de tocar guitarra, mas ele voltou a acreditar que era possível ao ouvir uma faixa de Django Reinhardt, que tocava com apenas dois dedos devido às queimaduras que adquiriu em um incêndio e mesmo assim foi um dos maiores guitarristas da história do jazz.

A partir daí, Iommi passou a usar dedeiras de plástico para tocar e abaixou o tom de seu instrumento para diminuir a dor. Com isso, seu som ficou mais grave e cadenciado. O resto é história. Anos mais tarde, ele faria parte de uma das maiores instituições do rock: o Black Sabbath.

Se a banda praticamente criou o gênero no final da década de 60, elevou à máxima potência durante os anos 70 com a formação clássica, que contava com o príncipe das trevas Ozzy Osbourne nos vocais, o baixista e muitas vezes letrista Geezer Butler no baixo e o insubstituível Bill Ward na bateria. Após muitas idas e vindas, o Sabbath passaria por muitas mudanças e se reinventaria, mas a sonoridade do princípio manteve-se inalterada nos gêneros stoner rock e doom metal, que se formaram durante o final da década de 80, mantendo-se até hoje como subdivisões underground que escondem muitas pepitas pouco exploradas para os fãs de metal.

O recém-lançado “Time to Die” é o oitavo álbum de estúdio do Electric Wizard, e um desses tesouros ocultos do gênero. Talvez a salvação do rock não esteja no cenário mainstream, e sim nas cenas mais obscuras.

André Cáceres
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Conheça o funk rasteirinha, novo estilo que dominou as pistas
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MC Laís em ação no palco. Crédito: Kings Andre F Souza

MC Laís em ação no palco.
Crédito: Kings Andre F Souza

O ritmo contagiante do funk carioca vem se renovando desde a década de 90, derivando-se em diversos subgêneros. Após a febre do funk ostentação, a nova batida que promete dominar os bailes é o funk rasteirinha! Entenda o estilo e conheça alguns dos principais representantes da nova onda.

Tradicionalmente, o funk carioca tem suas faixas compostas em 130 bpm (batimentos por minuto), ou seja, tinham uma levada mais acelerada. A principal característica do rasteirinha é que as músicas são em 96 bpm, mais lentas e cadenciadas. “As letras falam mais sobre a dança mesmo, então é melhor para dançar”, explicou MC Laís, uma das novas expoentes do gênero, ao UOL.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR A PLAYLIST “BAILE FUNK''

A vertente encontrou no reggaeton – que mistura reggae, música eletrônica e hip hop –, no axé e em ritmos populares as influências para a sonoridade das canções. Dessa mescla de culturas, surgiu o funk rasteirinha, que começou a explodir nas pistas e nas rádios do Brasil desde o final de 2013, e agora vem ganhando mais força.

MC Laís contou que já ouvia axé e reggaeton antes da explosão da rasteirinha. “Eu já cantava para as mulheres. Meu irmão, que também é DJ, escreveu uma música de rasteirinha para mim, então eu comecei'', lembra a cantora, que é irmã do DJ Puffe. “Eu nunca fui muito do proibido, porque minha música sempre falou da defesa da mulher”, completou. Ela também acredita que o ritmo pode estourar até mesmo fora do Brasil, e está prestes a lançar, no final de janeiro, o clipe do seu sucesso “A Melhor Que Tá Tendo”.

Essa é uma das transformações mais radicais pela qual o gênero passou desde sua popularização. O funk nunca aceitou muito bem influências de outros tipos de música, mas agora abriu as portas para novas ideias e se renovou mais uma vez.  Entre os primeiros hits desse novo estilo se destacam “As Novinha Tão Sensacional”, do MC Romântico; “A Melhor Que Tá Tendo”, da MC Laís; “Quero Bunda”, do MC Tipocki e “Joga Teia Homem-Aranha”, do MC Nandinho.

E você, já foi contagiado pelo funk rasteirinha?


Vai ao show do Foo Fighters? Conheça 10 projetos de Dave Grohl
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Crédito: Francisco Longa/T4F

Crédito: Francisco Longa/T4F

Um dos ícones da música atual e conhecido por ser o cara mais gente fina do rock mundial, Dave Grohl volta a o Brasil após quase três anos para uma série de shows com o Foo Fighters. O grupo toca em Porto Alegre nesta quarta-feira (21), em São Paulo na sexta (23), no Rio de Janeiro no domingo (25) e em Belo Horizonte na próxima quarta (28), encerrando a passagem pela América Latina em Bogotá, na Colômbia. Entenda melhor a carreira do músico conhecendo os diversos projetos musicais dos quais ele já participou.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR O MELHOR DO NIRVANA

1- Mission Impossible

Dave Grohl mal tinha saído das fraldas quando formou suas primeiras bandas. Antes chamada Freak Baby, a Mission Impossible ainda tem gravações disponíveis na internet, e os membros que remanesceram foram os que fizeram o grupo evoluir para o Dain Bramage, a primeira banda com certa relevância do jovem Dave.

2- Dain Bramage

Muito antes de ganhar qualquer projeção, Dave Grohl já era ativo na cena underground americana. Em 1985, ele formou o Dain Bramage, uma banda de punk rock que se tornou reconhecida em Washington e chegou a lançar o álbum “I Scream Not Coming Down'', além de esconder diversas pérolas nas fitas demo que ainda circulam pela internet.

3- Scream

Em meados dos anos 80, o então jovem e anônimo Dave Grohl era louco para “ver o mundo''. Ele tinha apenas 17 anos, mas mentiu a idade para fazer um teste como baterista da banda de hardcore punk Scream. Para sua surpresa, ele foi aceito e, entre 1986 e 1990, participou das turnês do grupo, viu o mundo e, de quebra, conheceu dois novos amigos em um show: Kurt Cobain e Krist Novoselic.

4- Nirvana

Esse encontro rendeu um convite para Grohl assumir as baquetas do que viria a ser talvez o maior fenômeno da década de 90. Com Dave na bateria, o Nirvana lançou “Nevermind'', em 1991, e “In Utero'', em 1993, não só popularizando o movimento grunge de Seattle mas também elevando o gênero a outro patamar, quebrando as barreiras do mainstream. Porém, a rápida ascensão deu lugar a um fim repentino e trágico com o suicídio de Cobain.

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5- Foo Fighters

O fim do Nirvana não foi suficiente para pôr ponto final à já sólida carreira de Dave Grohl. Ele já havia escrito músicas próprias – e afirma que o próprio Kurt as ouvira e aprovara meses antes de sua morte – e, no mesmo ano, deu o pontapé inicial aos Foo Fighters, trocando a bateria pela guitarra e vocais. Em 1995, o disco homônimo de estreia seria lançado, já obtendo sucesso logo de cara.

6- Probot

Punk, grunge, alternativo… o que faltava no currículo de Dave Grohl? Isso mesmo, o metal. Em 2004, o astro lançou um de seus inúmeros projetos paralelos, o “Probot''. O disco continha 12 faixas, com participações dos vocalistas favoritos dele, que, segundo o músico, o influenciaram desde a adolescência. Entre os nomes, figuram Lemmy Kilmister, do Motörhead, Max Cavalera, ex-Sepultura, Cronos, do Venom, e até Jack Black, do Tenacious D.

7- Them Crooked Vultures

Não contente com entrar para a história do rock com o Nirvana e obter um sucesso expressivo e duradouro com o Foo Fighters, Dave Grohl formou em 2009 o Them Crooked Vultures, talvez seu projeto secundário mais relevante. Além dele na bateria, o baixo foi assumido por ninguém menos que o ex-Led Zeppelin John Paul Jones e a guitarra ficou a cargo de Josh Homme, frontman do Queens of the Stone Age.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR “THEM CROOKED VULTURES''

8- Participações em discos

Como se não bastasse, Dave Grohl já colaborou em discos de diversos outros músicos. Ele assumiu a bateria na faixa “Goodbye Lament'', single do álbum solo do guitarrista do Black Sabbath Tony Iommi em 2000; esteve presente em todo o álbum “Songs for the Deaf'', do Queens of the Stone Age, de 2002, além de participar do álbum “Heathen'', de David Bowie e do “With Teeth'', do Nine Inch Nails.

9- Produções

O EP “If You Have Ghost'', da banda macabra Ghost foi produzido em 2013 por Dave Grohl, e reza a lenda que ele tocou com a banda em alguns shows – mas não há como ter certeza, pois os integrantes tocam mascarados. O fato é que sua carreira como produtor não é novidade, e já em 1992 ele produziu o álbum homônimo do King Buzzo. O disco de estreia do Foo Fighters também foi assinado por ele.

10- Parcerias épicas

Em 2003, ele participou de uma homenagem a Joe Strummer tocando com Bruce Springsteen, Elvis Costello e Steven Van Zandt. Mas a lista de parcerias épicas dele é extensa e conta com os ex-Beatles Paul McCartney e Ringo Starr, os ex-Led Zeppelin Jimmy Page e John Paul Jones, os membros remanescentes do Queen, o ex-Pink Floyd Roger Waters, o ex-Creedence John Fogerty, além de ter se apresentado com Red Hot Chili Peppers, Joan Jett, Rush, Jack White, Lars Ulrich (Metallica), Slash e Eddie Vedder (Pearl Jam).

Ou seja, ele conhece todo mundo e é adorado por todos. Dave Grohl vem para o Brasil e traz todo seu carisma. Quem vai aos shows deve aproveitar esse ídolo que está de passagem por terras tupiniquins!

André Cáceres
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Brothers of Brazil lançam clipe de “Domingo de Manhã”
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supla vampiro

Crédito: Jacson Vogel

A dupla formada por Supla e João Suplicy está lançando mais um clipe de seu novo álbum “Melodies From Hell”. Após a faixa-título e “Tudo Pelo Poder”, a canção que ganhou um vídeo foi “Domingo de Manhã”.

“O diretor conseguiu captar bem a ideia, porque a música é um ska. Quando penso em ska, penso em Paralamas, Skank…”, contou Supla em entrevista ao UOL. “Nós queríamos fazer algo diferente”, completou ele. O clipe, que será lançado nesta quarta-feira (21), conta com os Brothers of Brazil em versão vampiro num cenário de época, e tem uma narrativa mais leve e bem humorada.

“A música fala sobre uma pessoa que acorda e vai trabalhar, mas no domingo de manhã, quer estar com o seu amor. Só que fala de um jeito diferente'', explicou o baterista e vocalista.

O músico achou engraçado quando descobriu que a dupla sertaneja Marcos & Belutti também emplacou um sucesso com o mesmo nome. “Mas não vou criar polêmica, é bom que tenha essa diversidade. Cada um tem seu estilo”, disse Supla sobre a faixa homônima.

O disco tem o toque do produtor Jon Tiven, que já trabalhou com nomes da estirpe de Rolling Stones, B.B. King e Robert Plant, e foi gravado nos Estados Unidos. Quem quiser ver os Brothers of Brazil ao vivo pode ir ao Theatro Net nesta quarta:

Serviço: Brothers of Brazil em SP
Quando: 21 de janeiro, às 21h
Onde: Rua Olimpíadas, 360 – Itaim Bibi
Quanto R$50 a R$100


Os Beatles foram os pais do One Direction? Conheça trajetória das boybands
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boybands

Boybands como o One Direction e os novatos do 5 Seconds Of Summer estão conquistando cada vez mais espaço no coração e nas playlists das adolescentes. Até quem não se interessa pelo gênero, sabe citar uma música ou um grupo de sua própria geração que o termo “boyband'' remete.

Se engana quem pensa que o fênomeno é recente. Grupos posteriores ao 'N Sync e os Backstreet Boys, ambos lá dos anos 90, já reuniam uma legião de fãs histéricas e há mais de 50 anos as boybands se reinventam, mas sem deixar de seguir a mesma receitinha tradicional do sucesso.

Mas de onde surgiu e quais foram os representantes do gênero que consolidaram as boybands no mundo da música? A Rádio UOL te explica!

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OUÇA A PLAYLIST BOY BAND DA RÁDIO UOL

Origem

Em meados de 1940 surgiu o gênero musical que só ganharia o termo “doo-wop'' em 1961. O doo wop era caracterizado por grupos afro-americanos de quatro a cinco integrantes que cantavam uma mistura musical de pop, rock e soul com performances sem instrumentos. As coreografias não eram tão espalhafatosas quanto a dos meninos do Backstreet Boys, mas, grupos como The Ink Spots e The Platters conquistavam as garotas com o mesmo jeitinho açucarado em suas canções.

O termo 'boyband' ainda não existia naquela época, mas, sem dúvida, o doo-wop influenciou na construção do que seria uma boyband décadas depois. A conhecida gravadora Motown, decidida a tornar o gênero mais vendável ao público branco, fez algumas mudanças no estilo e com o Jackson 5 atingiram o grande público. Do grupo surgiu a tradição das boybands em que cada integrante tem uma personalidade esteriotipada distinta para agradar a todos os gostos (o fofo, o extrovertido, o rebelde, etc).

OUÇA OS SUCESSOS DE JACKSON 5 NA RÁDIO UOL

Outra grande influência no formato “tradicional'' de uma boyband foram os Beatles. O quarteto fantástico foi responsável por diversas convenções na música pop, além de sua incontestável influência no rock. Mas, devido apenas ao início da carreira da banda em que a “beatlemania'' causava histeria por onde passava, assim como as canções de amor e a juventude dos integrantes chamavam a atenção feminina, a banda foi de grande importância para os grupos que seriam chamados de boyband nas próximas décadas.

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As Boybands

Menudo

Em 1977 finalmente o termo “boyband'' começou a surgir impulsionado por um fenômeno latino: o Menudo. Reis de audiência e histerismo, o grupo mantinha a estética de suas influências, mas no quesito musicalidade estava bem distante dos Beatles ou do doop woop. E ainda tinham a seguinte particularidade: assim que algum membro se tornasse alto demais ou engrossasse muito a voz, ele era “trocado'' para manter a faixa etária de 12 a 14 anos do grupo.

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New Kids On The Block

Formada em 1984, o New Kids On The Block atingiu o sucesso internacional na década de 80 e foi o responsável por consolidar o estilo que ganharia força total nos anos 90. Com a marca de 80 milhões de discos vendidos no mundo, eles atingiram a marca de um dos mais bem-sucedidos grupos de todos os tempos. Seguindo o padrão romântico e bonitinho do estilo, conquistaram diversos prêmios até o rompimento em 1994.

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Backstreet Boys

Em 1993 surge a mais tradicional das boybands: os Backstreet Boys. Impulsionados pela disputa com os rivais do 'N SYNC, o grupo foi a confirmação de que o gênero estava para ficar. O grupo dominou as paradas internacionais com hits como “Everybody (Backstreet's Back)'' e “As Long As You Love Me'' que até hoje são relembradas como clássicos da música pop.

BSBOUÇA BACKSTREET BOYS NA RÁDIO UOL

'N SYNC

Já em 1995 o 'N SYNC também fazia história para as boybands ao emplacar músicas como “Bye Bye Bye'' e “I Want You Back''. O grupo gravou e cantou com grandes nomes da música como Elton John, Stevie Wonder, Aerosmith e Michael Jackson. E até hoje a discussão sobre qual grupo era melhor, entre o Backstreet Boys e o 'N Sync, permanece sem resposta.

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OUÇA 'N SYNC NA RÁDIO UOL

Jonas Brothers

Nos anos 2000, o 'N Sync já havia colocado um ponto final em sua carreira e os Backstreet Boys faziam um revival com a formação original, conseguindo alguns resultados ao escalar as paradas de sucesso mais uma vez. Mas o que retomou o boom das boy bands foi o surgimento do trio de irmãos conhecidos como Jonas Brothers. Diferentemente dos parceiros de gênero musical, o grupo tocava instrumentos musicais em suas apresentações e compunham suas canções.

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One Direction

É incontestável o reinado atual do One Direction no segmento das boybands. Causando uma histeria que pode ser comparada a “beatlemania'', o grupo conquistou o mundo e superlota estádios a cada show. Mantendo a tradição das distintas personalidades que agradam a audiência, o grupo segue firme no topo das paradas internacionais com hits como “Story Of My Life'' e “What Makes You Beautiful''.

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5 Seconds Of Summer

Apesar de ocuparem o topo do sucesso, o One Direction não está sozinho. A boyband novata de 2011,  5 Seconds Of Summer, desponta como uma possível ameaça ao trono do quinteto.  Fazendo o estilo mais rebelde e descolado, o grupo ganhou o público com músicas como “She Looks So Perfect'' e “Amnesia''. “Será que existirá o revival de disputa como foi com 'N Sync e Backstreet Boys?

5-Seconds-of-SumerOUÇA 5 SECONDS OF SUMMER NA RÁDIO UOL


Inspirada em rock clássico e bossa nova, Planeta D lança clipe inédito
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Crédito: Divulgação

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A ideia de levar o eu lírico das letras de músicas românticas para o nível existencial é o que une os paulistanos da banda Planeta D, que está lançando o disco homônimo de estreia tentando reinventar o cenário do pop rock brasileiro.

A miríade de influências do grupo vai do rock clássico até a bossa nova. Entre as inspirações, residem lugares comuns como os Beatles, Mutantes, Chico Buarque e Tom Jobim, mas também nomes como Pearl Jam, Kings of Leon, Radiohead, Mumford and Sons, além do indie e do britpop.

O clipe que dá um gostinho do primeiro CD traz a faixa “Se Ao Menos''. O Planeta D é formado por Gustavo Vervloet na voz e violão, Lucas Feletto nas guitarras e backing vocals, Leo Prieto na bateria e backing vocals e Rafael Fernandes no baixo.

Planeta D – “Se Ao Menos''